REMO e Paysandu, o clássico da Amazônia!

Remo e Paysandu, 96 anos de história

POR FORÇA de nossas atividades funcionais na Força Aérea, moramos por mais de 30 anos em uns seis ou sete estados brasileiros. Escrevemos, portanto, embasado nessa experiência pessoal, aliada ao interesse por futebol, com ênfase ao do Pará, nossa terra querida.

O paraense se orgulha das coisas próprias do seu estado: a culinária regional, o Círio de Nazaré, o cupuaçu, o açaí, as férias no mês de julho e até a chuva à tarde. Mas, como o futebol corre nas nossas veias, uma peculiaridade se sobressai entre tantas outras: a paixão por Remo e Paysandu, onde quer que esteja o paraense.

Quando morávamos em Brasília, era razão de contentamento vermos lá na feira da Torre de TV a barraca do Pará, que se destacava ao longe, por exibir três bandeiras: do Pará, do Remo e do Paysandu. Era a única diferente, a ostentar tal particularidade.

DISPUTA recente de um Remo e Paysandu

Desfilando pelas superquadras com a camisa do Remo, muitas vezes éramos interpelado por outros paraenses (torcedores do Remo e também do Paysandu), naturalmente saudosos da terrinha, e isso para nós era razão de envaidecimento, ficávamos faceiro, como dizem os paranaenses. Perto da quadra havia uma mercearia, cujo proprietário era paraense, que também exibia as bandeiras de Remo e Paysandu, no meio a de Oriximiná, sua cidade natal do dono.

O paraense ama suas tradições e, quanto ao esporte bretão, contamos nos dedos comportamento igual de gente de outros estados do Brasil: Ceará, Pernambuco, Bahia, Paraná, Santa Catarina e, claro, o primeiro mundo futebolístico (SP, RJ, MG e RS). Nas demais unidades federativas não vemos esse amor do paraense, tratando-se de futebol; deslocam sua preferência a equipes consagradas no cenário esportivo nacional, como os quatro do Rio de Janeiro e os quatro de São Paulo, salvo poucas exceções.

A razão é simples. Nesses estados não há clássicos locais da qualidade e da tradição de um Remo e Paysandu (jogado desde 1914), Ceará e Fortaleza, Bahia e Vitória, Atlético e Coritiba, Ponte Preta e Guarani, e assim por diante, daí a grande parte do público interessado em futebol migrar para outras camisas consagradas nacionalmente como Flamengo, Corinthians, Santos, Palmeiras, Botafogo, Fluminense, Vasco, São Paulo e, no sul do país, Grêmio e Internacional. Espaço pequeno sobra, portanto, para prestigiar o clube local (da cidade ou do estado). Isso é um fato.

Alguém, nascido, criado e morando em Brasília, por exemplo, pode até a vir a torcer por um clube do Distrito Federal quando este passar a ter, eventualmente, algum destaque a nível brasileiro, como o fenômeno recente do Brasiliense – cuja febre já está passando, a nosso ver. Um amazonense, a no âmbito da sua cidade, até vem a torcer pelo São Raimundo, time que no Amazonas desbancou a dupla Nacional e o Rio Negro. Uma das causas da falência de clubes de futebol outrora tradicionais como Nacional (AM), Rio Negro (AM), Operário (MS), Desportiva (ES), e aí pelo interior do Brasil adentro, e também pelo Nordeste, foi exatamente a indiferença do público esportivo local, que, sem ver motivação nas equipes locais, migrou sua paixão para equipes do Rio e de São Paulo.

696 jogos de Remo e Paysandu

É um fato, fenômeno digno de estudos, que o brasileiro das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e, talvez o interior de Minas, tem simpatia por mais de um clube de futebol. Tem gente que tem um time em cada estado, sem exagero. Seu coração tende à equipe local – da cidade ou do estado – conforme justifique campanha do time, ou seja, sazonalmente, conforme a safra. No restante do tempo seu coração é preenchido pelo Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Vasco etc.

Diferente é o gaúcho, povo cioso de suas tradições.  Gosta mesmo é do Grêmio ou do Inter, exemplo que deveria ser seguido pela maioria do torcedor brasileiro, independente de seu time ganhar ou perder.

Voltemos à terrinha amada. A nossa opinião é que não tem nada de o torcedor paraense (paraense, nós dissemos, e não um paulista ou carioca que esteja morando em Belém) estar ‘se rasgando’ pelo Palmeiras, Santos, Vasco ou Botafogo. O contrário não acontece, pois quando Remo ou Paysandu vão a outras praças recebem tratamento de apenas mais um adversário. Não são superestrelas, diferentemente do que ocorre a atletas de equipes do centro econômico do país.

Em razão da extrema rivalidade reinante no futebol paraense, é comum notarmos doses elevadas de exageros (com o perdão da redundância), coisa que nada soma ao nosso futebol. E, conforme a sua predileção clubística, existem profissionais de rádio – principalmente este veículo – que puxam mais para um em desfavor do outro, levando o ouvinte menos esclarecido a visualizar um quadro irreal. Como exemplo desse particular, uma equipe hoje pode ser excessivamente valorizada, conforme seus últimos resultados em campo, porém, bastando um resultado desfavorável – sendo esse resultado no clássico rei – para o quadro ser revertido, uma incoerência a ser corrigida. A opinião deve ser pautada pela coerência, já que um clube de futebol não é o melhor do mundo por ter vencido um ou dois jogos, nem o pior time quando perde; nem tanto ao mar nem tanto à terra. O cronista da década de 1960 já não convence tanto assim.

Um assunto polêmico. Voltemos à questão dos números, conforme já postamos neste meio eletrônico no último 5 de abril. Assunto quixotesco esse. Esse é o maior embate do mundo – não há dúvida – envolvendo dois clubes de futebol da mesma cidade, tradicionalíssimos rivais, que, segundo a mídia esportiva do Pará, vai chegar à edição de 706 jogos. Cremos haver um lapso nessa contagem, uma pequena diferença de dez partidas. Pela nossa pesquisa pessoal vamos chegar ‘apenas’ à edição de número 696, já que na contagem ‘oficial’ estão levando em conta jogos que efetivamente não ocorreram, os tais WO em que uma das equipes sequer compareceu a campo. Há outros jogos festivos, contrários às regras da International Board, órgão da Fifa, que também estão levando em conta. Nossos números estão embasados nos exaustivos trabalhos de pesquisadores como Júlio Lynch, já falecido, e Ferreira da Costa, presidente da Aclep.

Que no próximo Remo vs. Paysandu vença o melhor. Fiquem com o bom Deus. (transcrito do BloguedoVALENTIM, http://bloguedovalentim.blogspot.com)

DURMA-SE com um barulho desses!

‘O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.’ Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians, ao recusar a oferta dos franceses.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

O VELHO esporte bretão

BOTAFOGO em 1906, tempos da bola marrom

NOS PRIMÓRDIOS o esporte bretão era o campo de jogo, uma bola marrom, 11 homens de cada lado com um arbitrando, tudo isso assistido por alguns, que com o tempo foi se tornando uma multidão.

CENTROAVANTE era centerforward, e goleiro era goalkeeper. Na camisa não havia numeração, mas não era problema, porque todo mundo conhecia todo mundo, e não havia essa de trocar de clube como quem troca de cueca. As senhoras iam ao campo de jogo torcer as luvas ou o lenço, de nervosas conforme as jogadas iam se desenrolando, daí os milhões de aficionados desse esporte serem chamados aqui no país da bola simplesmente de ‘torcedores’. Não havia cartão amarelo, e se um atleta era excluído da contenda, azar do time dele porque não tinha como fazer a substituição de outro jogador. Cartão vermelho só foi criado a partir da Copa do Mundo jogada na Inglaterra, por coincidência o país inventor do futebol – que era foot-ball.

ANTIGAMENTE, essa diversão tinha dia e horário: domingo às 5 da tarde.

Se o time estava ganhando, era só matar tempo – ou fazer cera – atrasando a bola para o arqueiro, que jogava para outro jogador e este lhe devolvia e assim o tempo ia passando. E isso era ruim, ainda mais para o time que estava em desvantagem no marcador.

Por que se tornou um esporte tão popular por estes lados do oceano? Uma das explicações para tal popularidade certamente é a simplicidade e o fato de não precisar de muita coisa, basta um espaço – rua, praça, campo que nem precisa ter grama – uma bola, e naturalmente dois times, que nem precisam de onze jogadores. Diferente do basquete, não precisa de local coberto, e para a meta, bastam duas pedras para servir de gol. Não havia camisas para todos? Sem problemas, joga um time de camisas contra um sem camisas.  Por essas razões, o esporte bretão se ajustou ao gosto das camadas mais humildes dos brasileiros, e por ser uma atividade em que a improvisação, a ginga, –  habilidade física e motora –  fazem a diferença, ficou à feição de nossa gente, habituada que sempre foi a driblar as vicissitudes da vida. Futebol não se aprende na escola. Quando muito, ela apenas aperfeiçoa alguns fundamentos.

Com o tempo o esporte foi evoluindo. Vieram os números na camisa, o cartão amarelo. A bola deixou de ser marrom, e hoje há bolas de todas as cores. Algumas regras também foram pouco a pouco acrescidas, como a proibição de o goleiro retomar com as mãos a bola atrasada, e também não a podendo reter por mais de seis segundos, e ainda a inclusão de mais bolas para reposição ligeira. Excelente, tudo isso ajudou a dinamizar o jogo: mais tempo de bola rolando.

PALCO do grande clássico do futebol paraense Remo e Paysandu

Com a profissionalização do esporte e o advento da televisão transmitindo jogos ao vivo e em cores, tudo foi mudando cada vez mais. Muitas coisas para pior. As camisas, que antes só mostravam o escudo do clube e o número do atleta, foram ganhando mais informações. Chegaram as propagandas, inicialmente somente nas costas e depois na frente, depois nos calções, nas meias, nos ombros e onde mais houver espaço.

Tudo bem que todos precisamos de dinheiro, ainda mais um clube de futebol, com despesas cada vez maiores. Mas, futebol até a meia-noite? Isso já é demais. Times que mudam de camisa todo ano, clubes que mudam até de cidade, equipes que mudam de nome conforme seja esse o desejo do patrocinador! Isso tudo está matando o futebol.

É o que acontece quando o esporte bretão deixou de ser diversão para ser apenas um negócio.

NESSE tempo se tinha amor à camisa

Cuidado para não matarem a galinha dos ovos de ouro. Tempos bons que não voltam mais, como dizia o Lilico.

DURMA-se com um barulho desses!

‘Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.’ (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

Vicente Mateus, ex-presidente do Corinthians, na Aeronáutica recebendo uma homenagem.

Caso tenha algo interessante para divulgar neste blogue, contate-nos: valentim1574@yahoo.com.br

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

O GLORIOSO Botafogo

“HÁ COISAS que só acontecem com o Botafogo” –   tal expressão pessimista era muito propagada antigamente. Lembro-me até de uma música que dizia assim: “Se o Botafogo daqui é assim, imagine na Jamaica”. De fato, tudo dava errado para o time da estrela solitária, tendo amargado um jejum de 21 anos. Ainda bem que esse período funesto ficou para trás. Não sou torcedor do Botafogo, porém há times no Brasil que a gente acaba por adotar, e aquele Botafogo, o Glorioso, de Garrincha (caricatura) e Nilton Santos (estátua), ficará eternamente em nossos corações.

Adiante, como filho de um botafoguense, reproduzo um texto de autoria do internauta RAIMUNDO SODRÉ, um poeta nosso, paraense de Xapuri, radicado em Barcarena, Pará.

Guardo até hoje, integro, o sentimento do primeiro encontro. Foi no minúsculo estádio de General Severiano, na tarde do dia 10 de setembro de 1944. Tinha eu acabado de chegar de Xapuri (…) O Botafogo é bem mais que um clube – é uma predestinação celestial. Seu símbolo é uma entidade divina. Feliz da criatura que tem por guia e emblema uma estrela. Por isso é que o Botafogo está sempre no caminho certo. O caminho da luz. Feliz do clube que tem por escudo uma invenção de Deus”.

O Botafogo tem esta capacidade de suscitar insuperáveis paixões. De reger fidelidades, instituir amores. Ratificar loucas e imponderáveis opiniões.

Mas, “há sempre um pouco de razão na loucura”. Os meus porquês para este apego sem regras ao Botafogo, não são tão celestiais (ou são?) assim, como os do ilustre jornalista acreano. Estão ali do lado direito do campo. E nem vou contar com o Garrincha. Quando cheguei aqui, (vindo, assim como o Armando Nogueira, das terras encantadas do Xapuri), e tomei termo nesta Belém amada, o Garrincha já havia deixado o Botafogo (jogou no Botafogo de 1953 a 1965). O grande astro do alvinegro carioca, por aqueles dias, era o Jairzinho, que com muito vigor e estilo reiterava a missão sagrada de jogar na ponta-direita do Botafogo. Naquele tempo as jogadas de fundo, o talento exibido em espaços exíguos do campo, os guizas e os dribles curtos e devastadores ainda eram valorizados (depois veio o overlap, o ponto futuro, a tal da tática positivista, o obediente ‘Búfalo Gil’… e o ponta reduziu-se acanhado e sem sal, até sumir). Tanto que a crônica esportiva reconheceu que para atuar ali o jogador tinha que ter a essência, tinha que ter o dom. Tinha que ser um ‘ponta nato’. Tinha que nascer com a chama, com o brilho. E tinha que provocar espanto, deslumbre, êxtase e encantamento. O Botafogo, naqueles tempos, produziu uma sequência memorável de jogadores. Era de impressionar (e quem viu o jairzinho jogar na copa de 70, vai me dar razão. O cara arrebentou. Foi o nome, dentre os nomes daquela seleção. Parecia que estava possuído por uma força estranha. Fez gol em todos os jogos daquela grande conquista. Um fenômeno!).

Impressioneime e virei um botafoguense ali, ó, no jeito.

Logo depois do Jairzinho, o Botafogo lançou o Zequinha. Era o tipo do ponta serelepe. Sassariqueiro. Era um espetáculo. Dava gosto de ver o zequinha jogar. No templo sagrado do futebol, Zequinha jogava como se estivesse com a minha pariceirada, no sábado de manhã, lá no campo do Asas do Brasil. À vontade, muito à vontade para ir até a linha de fundo, cruzar e nos fazer felizes.

Por incrível que pareça!

‘No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.’ Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)

TIMÃO, o fenômeno de popularidade

EXISTEM neste Brasil assuntos realmente polêmicos. Um deles é futebol. Recentemente os jornais divulgaram uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, que mostra a torcida do Flamengo com 17% dos brasileiros contra 14% de corinthianos. Como a margem de erro é de 2%, teoricamente os dois clubes estão empatados tecnicamente em popularidade No entanto, também pode ser 19% para o Flamengo contra 12% para o Corinthians. O que dá pra rir dá pra chorar, diz o saber popular. Os milhões de adeptos do Sport Club Corinthians Paulista festejam os números.
Pois bem, vamos ao xis da questão. Causa estranheza, observando atentamente os números relativos aos aficionados da Portuguesa de Desportos, que se apresentam maiores que os de outros clubes reconhecidamente bem mais populares como Coritiba, Atlético Paranaense, Bahia, Fortaleza e Ceará. Ora, pelo sucesso recente dos times paranaenses, queremos crer que esses números não estejam dentro da realidade; o mesmo dizemos quanto a alguns times muito populares de outros centros do país, como Goiás, Vitória, Sport Recife, Paysandu e Remo.
Tenho agora a notícia de que o Datafolha reconheceu o erro nos números da Portuguesa e já pediu desculpas ao Clube. Esse deslize por si só já depõe contra o trabalho divulgado pelo instituto de pesquisa. Outra estranheza é a diferença apresentada entre o número de simpatizantes do Cruzeiro em relação ao Atlético Mineiro, seu rival histórico em Minas. 4,4 contra 2,5% (?!). Será que a torcida do Atlético, outrora o mais popular das Minas Gerais envelheceu tanto assim?
Desconfiados desses números, fomos atrás de outras pesquisas. Achamos uma outra, promovida pelo Instituto Gallup (http://gallupnobrasil.blogspot.com), há apenas dois anos, por encomenda da Editora Ática, bem mais representativa, e, na nossa opinião, consequentemente mais digna de crédito. Primeiro que não cometeu uma lambança dessas, divulgando números enganosos para depois vir a público pedindo desculpas (o leite já está derramado). Outros dados das duas pesquisas também nos inclinam ao trabalho do Gallup: Ouviu 34.687 pessoas, contra 2.600 do Datafolha; pesquisou em 1.940 municípios contra somente 144 do Datafolha; a pesquisa começou em janeiro e foi concluída em maio de 2008, enquanto a do Datafolha consumiu somente dois dias; na pesquisa do Gallup foram citados 419 clubes de todo o Brasil, incluindo interior; na do Datafolha, não sabemos.
A quem interessa esta última pesquisa? Acreditamos nós que ao Corinthians, até por neste ano completar um século de existência, e ter no seu elenco jogadores do nível de Ronaldo e Roberto Carlos. De fato, tudo indica que realmente ocorreu um crescimento da torcida corinthiana nos últimos anos, aproximando-se à flamenguista. São duas grandes equipes do desporto brasileiro, marcas poderosas e extremamente populares. Como tudo, o futebol não poderia ser diferente. Do centro (econômico) para a periferia (demais unidades da federação brasileira); é assim que a banda toca. Quanto a isso, nenhuma objeção. O que discordamos, todavia, é quanto ao número de adeptos, simpatizantes ou torcedores das centenas de outros clubes espalhados pelo Brasil adentro. Aí está o xis do problema.
Sabemos, pela experiência, que o brasileiro, em boa parcela, simpatiza por mais de um clube, principalmente sendo habitante das regiões situadas fora do eixo Rio – São Paulo. Quem mora no interior do Ceará, por exemplo, torce por um time do seu Estado ou da sua cidade, outro do Rio e outro de São Paulo. Isso é um comportamento bastante comum no torcedor brasileiro. Nesse sentido o trabalho do Gallup, por ter sido mais abrangente (bem mais) merece todo o crédito. Vejamos:
A pesquisa traz uma grande diferença em relação às outras, pois considera o verdadeiro torcedor e não apenas o que simpatiza com o clube. Torcedores que se declaram simpatizantes de mais de um clube, definiram também qual ordem de preferência entre eles, sendo considerada a primeira como dado fundamental da amostra. (blog do Gallup).

Fiquem com Deus. Agora vou tomar um cafezinho.