FAB assegura acesso à informação

A FORÇA Aérea Brasileira (FAB) começou a operar nesta quarta-feira (16maio) o Serviço de Informações ao Cidadão (SIC-FAB). Baseado na Lei 12527, conhecida como Lei de Acesso à Informação, o serviço assegura o acesso à informação pública a qualquer cidadão brasileiro e garante a gestão transparente da informação.

O cidadão acessa a página http://www.fab.mil.br/acessoainformacao e procura o link para o e-SIC, o sistema criado pela Controladoria-Geral da União para receber os pedidos de documento. No e-SIC, o solicitante faz o cadastro e informa o nome completo, o documento de identificação, o endereço e o e-mail. Após o cadastro, o cidadão deve especificar o órgão e o documento que deseja. O sistema gera um número de protocolo para acompanhar o pedido.

O cidadão também tem a opção de solicitar a informação pessoalmente na unidade de atendimento ao público que fica no térreo do prédio do Comando da Aeronáutica, na Esplanada dos Ministérios, Brasília (DF). Os responsáveis pelo atendimento vão receber o pedido de acesso, registrar no sistema eletrônico específico e entregar um protocolo ao cidadão. Feito o pedido, o prazo de resposta de vinte dias começa a valer.

O pedido de busca e fornecimento das informações é gratuito e não precisa ser justificado, apenas conter a identificação do requerente e a especificação da informação solicitada.

Mais informações sobre o SIC-FAB estão disponíveis no link Perguntas Frequentes, na página http://www.fab.mil.br/acessoainformacao. Em caso de dúvida, o cidadão pode ligar para o telefone (61) 3966-9665 ou enviar os questionamentos para o e-mail sicfab@fab.mil.br.

(Fonte: Agência Força Aérea)

HISTÓRIA de luta: a vida real imita a arte

Capítulo 21, continuação da postagem anterior.

Dina Sfat em “O Astro”
O CASO da moça assassinada era o assunto da moda, pelo menos naquela semana, lá no Ceá. Cá e acolá se falava no problema, que, por ter ocorrido em área militar, era objeto de inquérito policial militar, mandado abrir por ordem do comandante da Escola. Um fato trágico como aqueles era até motivo de brincadeiras entre os alunos, já que não envolvia ninguém conhecido nem amigo de ninguém. E o assassino, quem seria? Quais seriam as razões?
– Acho até que essas novelas de tevê interferem na vida real.Fiz essa observação ao Brito Dias, depois de ceparmos mais um capítulo daquela apostila. Faltavam, pelo meu relógio de pulso, de vinte a trinta minutos para começar a novela da Globo que paralisava o Brasil. Há muito que a Tupi não era páreo para a Globo. Já enfarados daquele xarope de matéria, fazíamos hora, então; eu, esperando dar a hora do brochante; ele, a hora da novela, que passou a acompanhar a despeito das inúmeras atividades que de nós eram exigidas. Afinal, ninguém é de ferro.

– Eu acho que não, Quinze. Ao contrário, alguns casos das novelas sim, vêm da realidade. Ou você acha que tudo vem somente da imaginação do autor?
– Veja “O Astro”. Janete Clair tem realmente muita imaginação, é muito inteligente para bolar essa estória da morte de Salomão Hayalla, um caso paralelo à saga do Herculano Quintanilha. E veja só, só se fala nisso: “Quem matou Salomão Hayalla?”. Depois de “Irmãos Coragem”, acho que essa é a novela de maior audiência do Brasil. Essas histórias mexem com a cabeça das pessoas. Uma pessoa de cabeça  fraca…
– “Quem matou Salomão Hayalla?”. Essa pergunta, meu caro Quinze, é o Brasil que está fazendo agora. Mas essa imaginação toda da autora não vem do nada, não vem de Marte, vem da convivência, da vida, daqui do mundo real. É uma leitura aqui, outra observação ali, experiências acumuladas… Tudo sai da vida real, e não o contrário.
– Sim, acho que talvez você tenha razão.
– Claro que tenho, Quinze. Qual é a razão maior dessas novelas? Não é só divertir o povo, mas sim fazer a Globo, Janete, Francisco Cuoco e tanta gente  ganhar muito dinheiro também.
– Brito…
– Fala.
– Então: “Quem matou a sei lá como se chamava, quem matou a mulher?”
– Sei lá. Você tá vendo uma bola de cristal aqui na mesa? Vamos chamar a Janete Clair para ver se ela descobre, Quinze. Se não descobrir, guardará na memória pra fazer uma outra novela. Afinal, todas elas são muito parecidas. Terminando essa novela, virá outra que também, igualmente a esta, prenderá o público diante da tevê.
– Mas… sobre quem fez essa barbaridade? E por quê?
– Ah, ah! Não queria te dizer não, mas acho que foi você.
– Eu??? Brincadeira sem graça. Logo eu, que sou até religioso, acredito em Deus. Jamais faria mal a um gato.
– Brincadeira minha, Quinze. Mas, veja bem que a tese não é absurda. Eu sei que há muitos homicídios assim, em que o verdadeiro assassino é uma pessoa acima de qualquer suspeita, pacato, simpático, e…, na minha opinião, até as pessoas religiosas podem revelar em si mesmas verdadeiros psicopatas, assassinos frios, sanguinários,assim igual ao bandido da luz vermelha … Nenhum de nós conhece de verdade a si próprio.
“Quem matou Salomão Hayalla?”
Você tem muita imaginação. Ou andou lendo muito Agatha Christie ou vendo filmes de suspense, Brito. Essas coisas só ocorrem na ficção. Vai ver que a moça foi vítima de um reles ladrãozinho, que a a matou só pra não ser reconhecido.Veja que agora sou em quem está achando que a novela não tem nada a ver com essas coisas.
– Pode ser. Mas, na verdade, eu também não descarto a sua tese de que tem gente, alguns, que se deixa inspirar pelos jornais de sangue, pelas novelas de tevê ou coisa assim.Mas não é só isso.
– Mas, Brito,  eu estava esquecendo  que foi um crime sexual.
– Sim, meu caro Quinze, ele só juntou a fome com a vontade de comer. Mas para chegar a esse ponto, com certeza a pessoa assim já traz consigo algum problema anterior, um trauma de infância talvez. Dizer que o cara viu algum outro caso no jornal, ou então leu um livro, e saiu por aí e pegou a primeira mulher num local escuro e deu fim dela é uma coisa muito simplista. Mas acontece também.
– Você, que é um cara mais experiente que eu, por que você acha que essas novelas fazem tanto sucesso?
–A minha teoria é de que a vida real é muito monótona, sem graça. Então as pessoas se teletransportam para os personagens, vivendo a vida deles, sofrendo com eles, torcendo a favor de um, vibrando com a desgraça de outro… é assim. Na novela pobre fica rico, rico vai pra cadeia. Mas a verdade é que só vão descobrir quem matou Salomão Hayalla lá pelo fim da novela.Olhei de novo no relógio, que havia comprado naquele final de semana em Aparecida, e me levantei. Em cinco minutos o sargento abria a porta do rancho para o brochante. Brito Dias também levantou-se porque a tevê anunciava mais um capítulo de “O Astro”.


Aqueles murmúrios e sons de passos no meio da noite não me eram estranhos. Já os tinha ouvido noutra vez, não sabendo identificar agora se eram reais ou meramente sonhos. Entre o abrir e fechar de armários, também me veio, mais uma vez, ao insondável mundo dos sonhos, onde já me encontrava profundamente mergulhado, o diálogo entre três pessoas sobre a culpa do aluno. Ou não tinha culpa. Não sabia mais se afirmavam que a culpa era do aluno ou se era uma pergunta. A culpa era do aluno… A culpa era do aluno?… Era só culpar o aluno?…
Aliviado fiquei quando acordei com o toque da alvorada, agradecendo no meu íntimo ao corneteiro por me dar fim àquele pesadelo. Foi quando um colega apontou com o dedo na direção do armário do Pontes.  Estava lacrado. Seu Padre fora, durante a madruga, acordado bruscamente e conduzido à companhia de polícia. Estava detido. Detido para averiguações. Qual a razão?Então os sons de abrir e fechar armários, aqueles passos não eram simplesmente sonhos. Eram demais reais para serem sonhos. Não, não eram sonhos. Aquelas coisas aconteceram de verdade. O comandante da esquadrilha lacrou o armário do Pontes, ele mais um sargento e dois soldados levaram o seu Padre durante a madruga. Qual a razão? Por quê? Era o que perguntávamos entre nós. Logo o seu Padre, um cara que não fazia mal a uma mosca?!

Continua… 

UMA NAÇÃO que valoriza seus privilégios acima de seus princípios, logo perde ambos”  Dwight D. Eisenhower
LOUVADO seja o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo!

(BLOGUE do Valentim em 07out.2011)

BOMBARDEIO da FAB em pista clandestina ganha repercussão

A AÇÃO das Forças Armadas na Operação Ágata 4 ganhou destaque na mídia. O bombardeio da FAB em uma pista clandestina a 218 quilometros de Boa Vista (RR)teve grande repercussão nos órgãos de imprensa do País, demonstrando o interesse da sociedades nas ações das Forças Armadas. Confira abaixo os links para algumas reportagens sobre a operação:

JORNAL NACIONAL – Operação das forças armadas e da PF destrói pista de pouso clandestina

 

 

GLOBO RURAL – Operação destrói pista de pouso clandestina em terra indígena yanomami, em Roraima

JORNAL DA AMAZÔNIA – Pista de pouso usada por garimpo irregular foi destruída em RR

UOL – Força Aérea destrói pista clandestina em Roraima

TERRA – FAB divulga imagens de ataque de caças a pista na Amazônia

(Fonte: CECOMSAER)

HISTÓRIA de luta: começa pra valer o segundo semestre

Capítulo 20, continuação da postagem anterior.

À MEDIDA que se aproximava o dia da reapresentação, mais alunos iam chegando de volta à Escola. No dia seguinte à minha chegada mais dois guerreiros estavam lá, de regresso; no outro dia mais cinco ou seis, era assim, uns gatos pingados, de forma que na véspera, um domingo, conforme o dia avançava em horas, o grosso da turma reassumia seus lugares, desfazendo as malas, ocupando os armários, buscando roupa de cama na sargenteação, arrumando as respectivas camas… O pessoal de São Paulo e do Rio de Janeiro só chegou lá pela meia noite, já adentrando a madruga. Pense no barulho, no auê, no rebu que faziam, dificultando o descanso da maioria já instalada.

O corneteiro do Ceá às cinco da matina em ponto tocou a alvorada anunciando a todos à inauguração de mais um longo semestre. As mesmas sacanagens com a propaganda do café Cocaio na jovem Li, aquele fala-fala habitual, enfim aquela zorra de sempre, da qual todos já sentíamos falta. Todos nós, incluindo os mais lerdos e enrolados, já estávamos adestrados para aqueles quinze minutinhos, o tempo gentilmente disponibilizado pela Escola para que o aluno fizesse tudo o que era preciso, ao cabo dos quais nenhum de nós, nenhum aluno mesmo, deveria estar ainda no interior dos respectivos alojamentos na tentativa de prolongar o sono, ou por causa dele. O aluno de dia não esperava ninguém, o sargento de dia, muito menos, e ninguém estava disposto a inaugurar o semestre com o seu nome na lista do sargento, que, após fazer o primeiro filtro nas razões – se houvesse uma, claro –, a levaria diretamente à mesa do comandante da esquadrilha. Daí para ficar famoso com aquele sermão interminável da sexta, que costuma dar o Sapão, numa espécie de exibição, não era coisa difícil.

Começava pra valer mais um semestre no Ceá

Entre nós já havia, não se sabendo por quem e de que forma, chegado a notícia da morte da moça. Boa parte dos rapazes tinha lá sua versão para o crime, sendo que a especulação da maioria tendia para crime sexual, desses que somente a gente vê na tevê e nos jornais sanguinários. Chegava a ser inimaginável que uma tragédia dessas viesse a acontecer tão perto da gente, ali na zona de lançamento de paraquedistas. Já no rancho, alguém chegou com um bizu de um briga no bar da Portuguesa, sem maiores consequências a não ser o prejuízo material pois a proprietária havia se queixado à polícia de algumas cadeiras quebradas pelos desordeiros. A vida seguia o seu curso indiferente aos dramas de cada um.

Logo identifiquei as matérias em que duas ou três leituras seriam suficientes para deixar um aluno mediano preparado para as provas, as em que havia necessidade de um esforço mais prolongado, e aquelas em que, além disso tudo, era também obrigatória atenção redobrada às explicações do instrutor. Eletricidade Básica, por exemplo, era uma que se enquadrava nesta última classificação. A dificuldade aumentava no caso em razão da qualidade do instrutor, um segundo sargento gordo e baixote. O homem devia saber bastante da área, porém a sua qualidade em transmitir conhecimentos não era das melhores, e até aos alunos de mais luzes era, por vezes, incompreensível de início este ou aquele conceito ou princípio.
– Sargento, eu não entendi esse item. O senhor poderia repetir? – indaguei, levantando o braço direito, da forma como fora instruído.
– O que, exatamente, você não entendeu, aluno?
Disse-lho.
– Então, presta atenção, que é só dessa vez.
Dá pra acreditar que simplesmente o sargento gordo apagou o escrito no quadro verde e, em seguida, reescreveu tudo, não complementando com uma só palavra explicativa? Assim ficava difícil.

– Valeu, meu bom sargento! Muito, muitíssimo agradecido. – não resisti à ironia.
Numa tarde dessa mesma semana tínhamos uma aula prática de instrução militar a cargo do Caveirinha. Chegando ele em sua bicicleta velha, deixou-a, como de costume, atrás do prédio. Seguiu-se uma longa instrução com armamento de instrução, o velho e surrado mosquetão da primeira guerra, finda a tortura os alunos subiram a fim de trocar de uniforme para a próxima instrução, que seria de educação física.
Não demorou dois minutos, e o velho sargento entrava no alojamento. O bigode parecia mais volumoso que antes, pelo movimento da respiração – o homem bufava como um touro na arena –, acentuado por aquela velha cara chupada e vermelha, um vermelho assim de quem tomou todas no final de semana. Caveirinha bufava de raiva, suando mais que tampa de chaleira velha e tremendo mais que vara verde.
– Quero saber quem foi o responsável?!
– O que aconteceu, sargento? – era o aluno xerife quem perguntava.
– Ainda tem coragem de perguntar, aluno?! Com essa cara cínica, você sabe bem o que houve. Vocês todos sabem bem o que aconteceu.
Dizendo assim, saiu ao saguão e trouxe a bicicleta, que estava simplesmente retorcida, irreconhecível, quebrada, amassada, chutada… O sargento continuou a xingação.
– Isso é coisa de quem não tem caráter, mais que isso, coisa de quem é bandido, bandido mesmo, desses com foto nos jornais e tudo. Quero saber quem foi o corno que fez isso!
– …
A turma fazia um silêncio sepulcral, e a maioria, desconhecendo o autor da façanha, se olhava com cara de interrogação, já até se sentido mal com aquela cena. O sargento falou por mais cinco minutos, pelo menos. Era em vão ninguém diria, mesmo se soubéssemos quem houvera feito aquela arte, que até a nós mesmos deixara sensibilizados. Quando ele saía, pronto para levar o caso ao comandante do Ceá, se preciso fosse até mesmo ao próprio comandante da Escola, como ele apregoava com sua voz estridente, o aluno xerife manifestou-se. Afinal, não era essa a ideia.
– Sargento, não precisa nada disso.
– …?
– O senhor já vai entender tudo. Rochinha, é hora de trazer aqui o objeto combinado. – falou ao colega que estava a seu lado.
Rochinha trouxe apresentou, para espanto da maioria, que ignorava totalmente o pacto, e também do próprio Cunha Pinto, um bicicleta novinha, zerada, lustrada, aquele cheirinho de nova, e que até em plástico da loja ainda estava. O que se viu foi um homem desmanchado em lágrimas, totalmente desarmado da cólera que amedrontava apenas um minuto antes, sem graça e sorrisos amarelos. Foi só abraço e pedido de mil perdões, dizendo que não era preciso nada daquilo, mas ao mesmo tempo estimando aquele regalo inesperado. O episódio serviu para mostrar a todos a outra face, oculta para boa parte da turma, de um homem, que, antes do excelente profissional que era, detinha por trás daqueles feições severas um grande coração.

A surpresa havia sido ideia do sargenteante, ainda no final do semestre anterior, em colaboração com cinco dos alunos da nosso prédio, nem um a mais que isso. De forma que tudo ficou em segredo durante as férias escolares, vindo a cabo justamente nesse dia, que era dia de aniversário do Caveirinha.

Assim ia, de sangue, suor e lágrimas, vivendo aquele Corpo de Alunos, tornando aqueles dois anos menos duros. A vida seria muito chata sem as peças que ela nos prega.
O início da semana seguinte surpreendeu-nos com um fato que chocou a todos.
Continua… 

COMO não podemos mudar a realidade, deixe-nos mudar os olhos com os quais a vemos”  Nikos Kazantzakis
LOUVADO seja o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo!
(BLOGUE do Valentim em 07out.2011)

MILITARES de Manaus retornam após oito meses de atuação no Haiti

DEPOIS de oito meses em missão no Haiti, período mais longo em que uma tropa de paz brasileira permaneceu naquela nação, os 27 militares do Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Manaus (BINFAE-MN) desembarcaram em Manaus às 17h30min, terça-feira (27/03) no  Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. O grupo foi recebido com muita emoção por parentes e amigos. Em seguida, os militares foram conduzidos para instituições especializadas, a fim de cumprir uma rotina de exames médicos e psicológicos.

Os militares fizeram parte da segunda tropa de Infantaria da Aeronáutica a participar de uma missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU). O contingente, que seguiu para Porto Príncipe, capital haitiana, no início de agosto de 2011, substituiu a tropa do Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife (BINFAE-RF), trabalhando ao lado de militares do Exército e da Marinha do Brasil, além de contingentes de outros países.

“A importância de se manter uma tropa brasileira numa missão da ONU é proveitosa tanto para se obter o respeito de outros povos perante as Forças Armadas Brasileiras quanto para angariar experiência de combate real, e neste caso específico, trazer para a Infantaria da Aeronáutica o que existe de mais atual nas táticas de combate urbano no emprego conjunto entre países pertencentes às Nações Unidas”, ressaltou o 1º Tenente Infantaria Renan Antunes, Comandante do Pelotão de Infantaria de Aeronáutica MINUSTAH. (fonte: Comando da Aeronáutica)