IMPRESSÕES de um viajante brasileiro!

Brasília (1)

Foto 4 – Igreja de São Francisco de Assis, Complexo Arquitetônico da Pampulha, Belo Horinte – MG. Arquitetura de Oscar Niemeyer e engenharia de Joaquim Cardozo. O Complexo da Pampulha (1942/44), composto de cassino, clube náutico, restaurante circular, além da igreja, foi a obra inspiradora de Brasília.

“JUSCELINO consegue atrair o setor privado,  viabiliza recursos. Conclui a construção da barragem, de dezoito metros de altura, para formação da grande lagoa da Pampulha, com dezoito quilômetros de perímetro. Nas margens e cercanias, ergue cassino, clube náutico, restaurante circular. Joias arquitetônicas de Niemeyer.

Completa o conjunto a inovadora igreja de São Francisco de Assis, a primeira do Brasil realmente em estilo moderno, com abóbadas de concreto. Portinari decorou-a com painéis de azulejos, na parte externa, e pintura mural no interior.

Parêntese. Exatamente no painel de São Francisco, atrás do altar-mor, Portinari resolveu substituir o tradicional irmão-lobo por um irmão-cachorro brasileiro (por ser o lobo um animal pouco conhecido dos brasileiros). Ao visitá-la com Juscelino, o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Antônio dos Santos Cabral, primeiro se encanta. Afinal, ele é também homem de ação, fundador do jornal Diário Católico, educador, semeador de escolas. Compreende e admira empreendedores e seus feitos. Sabe das dificuldades, da luta que executar obra como aquela. Mas tudo azeda quando ele vê o cachorrinho no lugar do lobo. Espanta-se, desaprova. Ou melhor, indigna-se. Diz a Juscelino que aquilo é inaceitável, um escárnio à religião. Atitude firme, rígida. Determinado, protetor das artes e dos artistas, o prefeito também bate o pé. Resultado: queda-de-braço que impede a sagração da igrejinha durante quinze anos. Como católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora da Luz, coroinha e seminarista, prefeito, deputado federal, governador e presidente da República, JK faz o diabo para demover o obstinado arcebispo. Em vão. Ele só consegue arrancar a sagração quando Dom João Resende Costa se torna arcebispo coadjutor e administrador da sede plena da Arquidiocese de Belo Horizonte em julho de 1957. Vem de Brasília com dona Sarah, Maria Estela e Márcia exclusivamente para assistir à primeira missa, capítulo final da novela. Data: 11 de abril de 1959. O simpático cãozinho brasileiro ficou.  (COUTO, Ronaldo Costa. Brasília Kubitschek de Oliveira. Rio de Janeiro: Record, 2001)

***

AO ENTRARMOS no plano piloto, a parte planejada de Brasília, é-me inevitável retroceder mentalmente alguns anos no tempo (já lá se vão quase dezoito anos). Morei lá por seis, de 1995 a 2001. Na verdade, vendo e revendo a cidade, não sei como sobrevivi. É preciso estar atento e forte, como diz Gal Costa. Só posso dizer que eu sou um sobrevivente e minha história muito diz sobre isso.

Precisei muito do tal instinto de sobrevivência.

Foto 5 – Memorial JK, Brasília – DF. Projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, sua construção foi totalmente custeada pelo povo através de doações, é onde repousam os restos mortais do ex-presidente JK. Inaugurado em 1981, esse monumento foi duramente atacado por setores conservadores da sociedade brasileira, que viam elementos que lembram o Comunismo, ideologia do arquiteto.

O ônibus entra pelo Cruzeiro e segue pelo Eixo Monumental, que é exatamente a larguíssima avenida que, passando pela estação rodoviária central, cruza o no meio do Plano Piloto, fazendo o xis ou cruz. Tem como final exatamente a Praça dos Três Poderes. Ao rever o movimento e os monumentos, me volta um filme. Logo vamos entrar no Setor Hoteleiro Sul, e, para surpresa nossa, que tínhamos deixado a modesta pousada Monte Cristo em Trindade, hospedamo-nos no Saint Paul Plaza, um quatro estrelas.

Passamos uma noite de príncipes naquele décimo andar do Saint Paul, com direito a vista panorâmica da catedral, teatro nacional, rodoviária, conjunto nacional e demais prédios próximos. Muito emocionante para mim, que pedi para ser movimentado para lá por causa de uma música dos Engenheiros do Hawaii.

Ela pára e fica ali parada / Olha-se para nada / Paraná / Fica parecida paraguaia / Para-raios em dia de sol / Para mim / Prenda minha parabólica
Princesinha parabólica / O pecado mora ao lado / E o paraíso / Ele paira no ar / Pecados no paraíso / e a tevê estiver fora do ar / Quando passarem os melhores momentos da sua vida / Pela janela alguém estará / De olho em você / Completamente paranoica

Hospedagem e café-da-manhã incluídos no pacote, se bem que a janta — para mim, um peixe grelhado, arroz e alguns legumes; para a Alemoa uma sopa de legumes — me sai bem salgada. Resignado, algum preço tenho que pagar por bancar o ricaço, ainda que involuntariamente.

No dia seguinte, no roteiro de visitas o Santuário Dom Bosco, a catedral metropolitana, Congresso Nacional, pela manhã. Depois almoço, que foi no Setor de Indústrias Gráficas, e pela tarde Praça dos Três Poderes, passeio pelo Lago Sul, Embaixadas e, por fim, o Museu Vivo da Memória Candanga, que foi o primeiro conjunto de prédios (de madeira) edificados no Distrito Federal na década de 1950, onde funcionaram o primeiro hospital, hotel e outras instalações pioneiras.

Já a bordo, a organizadora do nosso grupo de viagens apresenta a todos nós a guia de turismo. Raquel (vamos dizer que seu nome seja esse) é a profissional de turismo incumbida de nos mostrar alguns pontos da cidade nesse dia. Raquel começa desculpando-se porque segunda-feira não é o melhor dia para visitações turísticas. Alguns locais nesse dia são fechados ao público por motivo de manutenção. Ainda assim, iria se esforçar ao máximo para que todos nós ficássemos satisfeitos. A guia, é bom que se diga, também uma sobrevivente, fazendo jus aos honorários do dia.

Com senso crítico, logo percebo, pelo seu discurso, que ela, além de sobrevivente, é também uma cidadã de bem e uma mulher de Deus.

Entendedores entenderão.

O Santuário Dom Bosco, com seu lustre de 450 luminárias, é o primeiro ponto visitado. Reza a lenda que o religioso profetizou a construção de uma cidade entre os paralelos 15 e 20 do hemisfério sul (leia aqui). Por essa razão, em homenagem a ele, foi construído um grande templo católico, que se localiza na quadra 702 Sul. Eu vivi — como já disse — seis anos em Brasília e, passando inúmeras vezes pela W3 Sul, de relance olhava para aquela igreja, mas nunca tive o capricho de estacionar e entrar lá. Essa é a primeira vez.

Ao dar as explicações de praxe, a guia se sai com esta: “Vocês vão entrar, fazer uma oração de dez minutos, sendo que sete deles vocês rezam por Raquel, pela saúde de Raquel, pela família de Raquel, pela vida financeira de Raquel, e nos três minutos restantes vocês rezem por quem vocês quiserem. Combinado?”

Era para ser uma piada, mas ninguém riu. Devo relatar uma passagem anterior, que me foi contada pela nossa organizadora.

Raquel, na primeira ocasião em que trava contato com a organizadora, comete a seguinte indiscrição:

“Que bom que o pessoal do Sul votou bem, só não gostei porque elegeram também uma pessoa indesejável”.

Era uma alusão à deputada paranaense Gleisi Hoffmann, presidenta do Partido dos Trabalhadores. Claro que, sendo o grupo oriundo do Paraná, Estado onde o presidente recém-eleito fez grande maioria de votos, a guia naturalmente infere que o comentário seria bem recebido pelo grupo. Tudo em casa. Entretanto, o que ela não sabia é que a maioria do grupo era composto de professores, posição política bem definida no campo progressista, diametralmente oposta às ideias do atual governo federal eleito e recém-empossado, que vê no educador um inimigo a ser combatido. “Peço-lhe um favor: não vamos falar de política aqui no ônibus”, cochicha ao pé de ouvido a nossa organizadora.

Então, nesta ocasião da visita ao santuário, o que era para ser uma piada inocente, é recebido com indiferença pelo grupo. Ademais, o humor dos sulistas é diferenciado em relação ao humor nordestino (Raquel é uma nordestina que mora em Brasília há quinze anos). Já sabendo do lado político da guia, passo a observar com mais atenção seus comentários e opiniões. Luz amarela ligada, prescrutava-a a partir daí sob mais forte senso crítico, como aprendi a fazer ao lidar com o gênero humano.

Foto 6 – Interior do Santuário Dom Bosco, Brasília – Distrito Federal

Finda a visitação ao santuário, seguimos em direção à Catedral Metropolitana de Brasília, que, por boa sorte nossa, encontrava-se aberta à visitação, contrariamente às previsões de Raquel. A exemplo do santuário Dom Bosco, apesar dos seis anos em Brasília, é a primeira vez que visito essa magnífica obra do ateu e comunista Oscar Niemeyer. Geralmente o morador local, no calor do dia a dia de luta, pouco se interessa por pontos turísticos da cidade em que reside, diferentemente do turista em visita.

Foto 7 – Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, Brasília – Distrito Federal. Destaca-se na entrada as esculturas que representam os quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João.

Ao chegarmos ao local, ainda dentro do ônibus, Raquel, falando sobre as características e dados da igreja, me faz outro comentário preconceituoso (Olha a luz amarela acesa aí!).

“Ora, tem muito guia que viaja, fantasia dizendo ao turista que a igreja tem a forma de mãos postas em oração ou coisa do gênero, mas eu sou curta e grossa: Niemeyer era ateu! Infelizmente, era ateu! [Percebi que ela acentuou bem as palavras]). É apenas um círculo de dezesseis e só. Ele teve apenas uma visão de arquiteto, nada a ver com a fé e religião”.

Concordo com ela apenas parcialmente. Parcialmente.

De fato o centenário comunista Oscar Niemeyer declarava-se sem religião. Ninguém é obrigado a seguir nada, pois todos temos o livre-arbítrio — é a minha opinião. Até aí o fato é de conhecimento público. Raquel, sem perceber, também falava de política, ainda que o negasse; não a política partidária, mas certamente política. Brasília é uma cidade política por natureza, desde a sua concepção e construção, e assim até hoje. Niemeyer, ateu e comunista, era, como o mundo inteiro reconhece, um fabuloso arquiteto, um verdadeiro artista da Arquitetura, adepto das curvas de concreto armado. Apesar da genialidade inata, era também uma pessoa extremamente simples e desprendida, que aceitou sem delongas o convite de Juscelino Kubitschek para fazer parte da construção dessa grande obra chamada Brasília, feito que veio a tornar o país mais curto e integrado. Consultado sobre o salário, responde a Juscelino:

“Presidente, o senhor me paga o que paga a qualquer um dos diretores”.

Foi com Brasília que o brasileiro tornou-se efetivamente brasileiro. Antes havia só o paulista, carioca, cearense, mineiro, gaúcho… Foi a partir da nova capital, geograficamente cravada no cerne brasileiro, que são traçadas rodovias integradoras que unem o Norte e o Nordeste, além do próprio Centro-Oeste, aos demais pontos do país. Deve-se levar em conta que nos anos cinquenta a ideia de construir, no meio do nada, uma cidade inteira parecia pra lá de absurda. Muita gente boa, principalmente a elite da época e a classe política conservadora, ridicularizava Juscelino e sua equipe por essa teimosia, essa loucura, que é mudar a capital do Rio de Janeiro para o interior do país, onde só existia mato e bicho. Para piorar, o local é de clima seco, pouco recomendado ao elemento humano. Nessa aventura incerta embarcam Lúcio Costa, Israel Pinheiro, Bernardo Sayão, Oscar Niemeyer, além do próprio JK, que encaram o desafio de, do nada, erigir uma cidade moderna, bela, humana, sem precedentes no mundo.

Ouso afirmar.

Na prancheta de Niemeyer, ao ser traçado o desenho da catedral (assim igualmente em relação a todos os outros monumentos e prédios projetados pelo genial artista), há aí certamente inspiração divina — minha opinião. Quem tem fé sabe bem que uma natureza superior, um ente divino, age sobre as pessoas iluminando suas ações.

Ronaldo Costa Couto, em seu livro sobre JK e Brasília, atribui a Darcy Ribeiro:

“Deus estava de bom humor quando juntou no mesmo lugar e no mesmo momento Juscelino, Lúcio Costa, Israel e Niemeyer.”

Foi o caso.

Além do mais, alguém declarar que “infelizmente era ateu” não me parece coisa muito cristã. A depender dessa cidadã de bem, o centenário Niemeyer teria saído deste mundo diretamente para os braços do Cramulhão. Quem não tem pecado, atire a primeira pedra, bem disse o Divino Mestre — está lá nos Evangelhos. Quem é capaz de dizer que a igreja da Pampulha, com seu desenho inovador para os anos 1940, não estava nos planos de Deus? No entanto, a autoridade religiosa da época (Dom Cabral) nega sua sagração, o que veio só a ocorrer em 1957, quando JK já estava presidente. Durante quinze anos, o arcebispo nega à comunidade local o conforto religioso com a frequência dominical ao templo projetado por Niemeyer. Age assim talvez por preconceito, birra, aversão que disfarçadamente nutria ao prefeito da de Belo Horizonte (JK), e, quem sabe, mais ainda, aos comunistas Oscar Niemeyer e Cândido Portinari (Sim, Portinari era comunista de carteirinha). Ressalta-se que a arquitetura da igrejinha foge totalmente aos padrões anteriores, fato que tenha desagradado o religioso. Ao final, vem a prevalecer a genialidade de Niemeyer e de Portinari, cuja obra continua lá, firme e forte, a testemunhar a presença de Deus na vida de toda a comunidade local, bem como na visita de incontáveis turistas. Igualmente, no caso, a belíssima catedral, que valeu a Niemeyer o prêmio Pritzker, equivalente ao Nobel de arquitetura.

Entre essas duas personagens, uma autoridade religiosa e outra ateia, em quem você confiaria, caro leitor?

Continuo.

Na frente da igreja há quatro esculturas de bronze, obra do escultor brasileiro Alfredo Ceschiatti. Eu sei, por experiência de outros carnavais, que não se pode confiar cegamente em tudo que os guias de turismo dizem. Muita coisa por eles é dita para impressionar o turista, mas nem sempre corresponde à verdade dos fatos. O turista mediano acaba por engolir uma coisa ou outra apenas por falta de conhecimento.

Em relação às estátuas (foto 7), que representam os quatro evangelistas (Mateus, Marcos, Lucas e João), Raquel informa ao grupo que de um lado estão três (Mateus, Marcos e Lucas) e do outro lado está João. Até aí tudo certo, até porque as placas indicativas ao pé de cada uma das estátuas estão a identificar. Mas qual a razão?, alguém poderia perguntar. “Porque João era o discípulo que Jesus mais amava”, disse a guia, ainda que ninguém lhe tivesse perguntado, como que a justificar os trezentinhos de honorários no final da tarde. Ora, as esculturas não estão representando os discípulos. Lucas não era contemporâneo de Jesus, e foi o último evangelista a escrever sobre o Cristo. Se fosse sobre os discípulos, deveriam estar ali representados os doze, como no quadro da Santa Ceia. Eram os evangelistas, ou seja, os narradores da vida de Jesus. João está isolado porque, diferente dos três, a sua narrativa sobre Jesus é diferenciada, mais espiritualizada que a dos outros três evangelistas. A Igreja diz que os três primeiros evangelhos são sinóticos, ou seja, têm muita em comum e utilizam basicamente a mesma estrutura, sendo que às vezes até repetem as mesmas palavras e episódios. Já João, o discípulo que Jesus mais amava, escreveu um evangelho canônico, bem diferenciado em relação aos outros três evangelistas.

A guia, tão cristã — a julgar pelas suas palavras –, deixou passar essa bola. Não adianta rezar e fazer tudo errado, incluindo o ato de votar. Vamos estudar.

Como é natural, além de rezarmos, tiramos algumas fotografias. Em seguida, nos dirigimos ao prédio do Congresso Nacional. Nisso, já estávamos próximos das onze horas daquela segunda-feira, 21 de janeiro.

Foto 8 – Em visita ao prédio do Congresso Nacional – Brasília, Distrito Federal. Percebam a numeração do crachá

Depois da identificação e das normas de segurança do prédio, andamos a visitar as instalações onde funcionam a Câmara Federal e o Senado Federal. Dentre os visitantes, em outro grupo, estava um velhinho que disse ter participado da construção do Congresso. Bem, não sabemos se é verdade, mas, pelo benefício da dúvida, vamos dizer que sim, pois, sabemos que Brasília não foi totalmente concluída em 21 de abril de 1960. Muita coisa continuou em construção e as obras se prolongaram por ainda muitos anos. Então, vamos dar crédito ao velhinho, por sinal meu xará (Antônio também é seu nome), que, em busca da sobrevivência na nova capital, migrou do Piauí nos anos cinquenta ou sessenta provavelmente num caminhão pau-de-arara. Posto então a fotografia (nº 9) em homenagem a esse sobrevivente.

Mas há um detalhe nessa visitação que não quero deixar passar batido.

Foto 9 – Posando ao lado do sr. Antônio, octogenário, piauiense, um dos 65 mil candangos construtores da nova capital

Ao entrarmos na fila de identificação, coube a mim exatamente o crachá de número 24, que eu aceitei de pronto até com uma pontinha de orgulho. Havia algo de interessante nessa coincidência.

Sabemos que recentemente houve uma polêmica em relação aos gabinetes a serem distribuídos entre os nobres senadores. Por questão de puro preconceito, por superstição ou por burrice mesmo, foi abolido o gabinete de número 24. Do 23 passa para o gabinete 25 no Senado Federal. Antes, recentemente, houve a polêmica sobre a cor azul para meninos e o rosa para meninas, conforme assim falou, com a sensatez de uma criança de cinco anos, uma ministra do atual governo. Ora, eu só não fui com a camisa rosa porque a única que eu tinha estragou no colarinho. Mas, não tendo a camisa rosa, fui de vermelho (na verdade quase laranja. Laranja? Ops), além de ter deixado crescer a barba grisalha. Fui assim sem imaginar que caberia a mim exatamente o número 24.

Continua…

5 comentários sobre “IMPRESSÕES de um viajante brasileiro!

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