IMPRESSÕES de um viajante brasileiro!

Caldas Novas

NASCIDA em Limeira, São Paulo, a deputada federal Magda Mofatto (PR-GO) – a mais rica da Câmara, com patrimônio de R$ 21 milhões – administra hoje negócios milionários em Caldas Novas, cidade conhecida pelas águas termais e por parques aquáticos e por ser um dos destinos turísticos mais procurados do Centro-Oeste. Na cidade goiana, ela é dona de um império imobiliário, que inclui a administração de 11 condomínios, parques temáticos, dois hotéis e uma construtora própria para erguer edifícios na cidade. Foi vereadora do município por três vezes e prefeita cassada, em 2007, por compra de votos. (Revista época, acesso em 02fev2019)

DEIXAMOS para trás Brasília, fazendo o caminho de volta por Goiânia até a última parte da excursão turística. Ficaríamos em Caldas Novas por mais três dias, 21, 22 e 25 de janeiro. Enquanto o ônibus vencia indiferente aqueles trezentos quilômetros de asfalto que separam a cidade de JK do município das águas quentes, me pus a pensar no que havia ouvido, visto e observado na Capital Federal durante aquele dia .

Contrariando o plano original das autoridades, que previa o retorno dos candangos da Brasília pioneira à sua localidade de origem (o Nordeste, em sua maioria absoluta) após o término das obras, os candangos, atendendo ao clamor imperioso do instinto de sobrevivência, decidem lá permanecer; sentem-se no direito natural, ainda que não houvesse estrutura no projeto original da cidade que os comportassem ali. Não há problema, dariam um jeito. Já existia um aglomerado urbano a que chamavam de Cidade Livre.

Ainda hoje vários deles habitam o mundo dos vivos, lá com os seus oitenta, noventa e tantos anos. Esses candangos, acostumados à rudeza da vida, logo se aclimatam ao Cerrado. São sobreviventes, que, embora impedidos de morar e até mesmo de visitar os prédios que, sob muito suor e algum sangue, construíram por três anos, lhes impõe a vida que por lá permaneçam, apesar da falta de estrutura para eles. Miséria por miséria, no novo Distrito Federal algum futuro ainda é possível vislumbrar. De mais a mais, a elite pioneira também precisaria deles e isso até o mais rude servente de obras consegue enxergar.

Depois daquele 21 de abril de festas, quando cessa o frenético movimento da construção civil, dos candangos construtores durante aqueles três anos e dez meses apenas poucos deles permanecem no mesmo ofício de construir, fazer massa com cimento, areia e água, armar vergalhões, conduzir carrinhos-de-mão cheios de material, bater pregos e serrar madeiras, num trabalhar duro sob supervisão de mestres-de-obras mal humorados e carrancudos. Estes, por sua vez, sob ordens e orientações dos senhores engenheiros, que manipulam projetos em papeis empoeirados. Restou uma massa ociosa, então é de se esperar que essa massa desocupada pegue o primeiro pau-de-arara de regresso ao sertão nordestino. A presença de tanta gente (65 mil candangos, segundo estatísticas não oficiais) não se faz é mais necessária.

Mas não.

Grande parte dos que perseveram na permanência, ficando pés de vez ali no cerradão brabo, ocupam-se em buscar outras formas de sobrevivência no Planalto. Obstinados, arranjam ocupação nas mais diversas funções: zeladores de prédio, jardineiros, na limpeza de ruas, cuidadores de piscinas, barbeiros, garçons; alguns, que aprenderam dirigir veículos sob o calor do combate, no caldeirão das obras que se desenvolviam ininterruptamente, utilizam-se dessa qualificação para empregarem-se como motoristas de ônibus e de caminhão. Simultaneamente, a nova capital vai atraindo uma gama de empresários, além de outros candidatos a ganhar muito dinheiro. Isso vai gerando necessidades, daí vagas abertas para grande número de braçais e de outras gentes igualmente não qualificadas. O pouco para aqueles candangos é muito, comparado à miséria que viviam anteriormente, sem perspectiva alguma. De nada importava para eles que não houvesse o amparo dos órgãos oficiais do governo; do Ministério do Trabalho só sabem aqueles que trabalharam na Esplanada. Carteira de trabalho assinada não é regra geral, privilégio de poucos. Muitas mulheres, por sua vez, buscando a melhoria do apertado orçamento doméstico, tantas delas passam a procurar emprego oferecendo-se como lavadeiras, passadeiras, arrumadeiras e cozinheiras para as famílias dos apartamentos das Asa Sul e da Asa Norte, ou ainda nas mansões dos lagos Sul e Norte. Talvez empregar-se como faxineiras nalguma firma terceirizadora. Os filhos seguirão, por conseguinte, o rumo dos pais, dando-se por felizes se ocuparem os mesmos subempregos e quase nenhuma migração social. Com boa sorte e muito esforço, quem sabe, tirariam a sorte grande como funcionários de carreira do Banco do Brasil ou da Caixa, ou quem sabe de alguma repartição pública, sob, é claro, a indicação de algum padrinho forte, garantindo assim os estudos formais da geração posterior. Alguns, mais sortudos, conseguem se especializar e se qualificam como choferes ou mecânicos de automóveis, eletricistas, encanadores, pintores. Já não são meros braçais. Talvez até a carreira militar como soldados das forças armadas ou mesmo como policiais militares.

Os cargos de chefia, como instintivamente sabem, estavam fora do alcance da totalidade deles. Tais postos superiores reservam-se aos filhos daqueles mesmos engenheiros e arquitetos — seus chefes da Brasília pioneira –, aos advogados, médicos, funcionários graduados que vieram do Rio e de outros Estados. Da mesma forma aos filhos e netos dos senhores senadores, deputados, ministros, juízes, procuradores, gente fina, a elite a quem de fato é destinada a cidade em sua parte planejada.

Resta aos sobreviventes seguirem sua vida na antiga Cidade Livre, um agrupamento urbano que mais tarde passou a ser chamada de Núcleo Bandeirante; também em Taguatinga, Guará, Ceilândia, Candangolândia, Sobradinho, cidades que são levantadas de qualquer jeito, sem água encanada, sem luz, à medida que mais levas de brasileiros, nortistas, nordestinos, goianos e mineiros, vão chegando ao DF à procura de uma vida melhor. Acordar cedo, pegar o ônibus, chegar ao Plano Piloto, trabalhar, trabalhar, só voltando à noitinha, cansados aos seus, para o merecido descanso em seu barraco improvisado.

O sol nasce para todos, a sombra para poucos. É a lei da sobrevivência. Assim caminha a humanidade.

A não ser por meio de fotografias em preto e branco e pelos relatos orais dos pioneiros, a geração de hoje jamais saberá da saga desses guerreiros que foram seus avós e bisavós.

Pois bem.

Nesse mesmo 21 de janeiro, sob noite estrelada, chegamos a Caldas Novas, a terra onde, em 1722, Anhanguera (filho) descobriu um rio de águas quentes. Que diabos seria isso? Talvez um vulcão que a qualquer hora poderia entrar em erupção? Essa, segundo a crença popular, foi a ideia concebida durante mais de dois séculos pelos habitantes locais. Por isso, durante muito tempo as pessoas de posse relutavam em visitar a região, a não ser alguns que, temerariamente, iam em busca de alívio e cura para suas moléstias. Diziam as boas línguas que aquela água quente levantava até defunto.

Hospedados no aconchegante hotel Morada das Águas, no dia seguinte, travamos conhecimento da cidade. O programa previa a estada no parque aquático Di Roma, nome de fantasia DiRoma Acqua Park. Nesse dia todos nós, jovens, velhos e crianças, divertimo-nos à beça. Ao final da tarde, lá pelas seis e meia, havíamos contratado o bondinho, aquela espécie de ônibus que imita o antigo bonde ou um vagão de trem. O preço: dez reais por cabeça.

Foto 13 – O blogueiro em raro momento de lazer.

Uma vez no parque, chego à conclusão de que é preciso ter dinheiro vivo na carteira. Fora dele posso me valer do uso de cartões de débito, uma precaução para não ser roubado ou mesmo a possibilidade de extravio. No consumo interno (restaurante, lanches e outras compras) as regras do empreendimento não permitem devolução em caso do não consumo integral, só havendo esse direito ao se usar dinheiro vivo. No uso de cartão, não se consumindo todo o crédito, a casa não devolve a diferença. Fazer o quê? Assim que saímos, lá pelas cinco e meia da tarde, pego um táxi rumo à agência local do Banco do Brasil. É aí que tomo conhecimento de que metade da cidade (exagero de expressão talvez) pertence a um tal grupo Di Roma, do mesmo parque aquático que frequentamos no dia. Provavelmente um grupo italiano, penso cá comigo.

Agora, consultando o Google, vejo que o grupo compõe-se de oito hotéis, onze condomínios, centros de convenções, um tal Jardim Japonês, uma construtora, parques aquáticos termais (incluindo a tal DiRoma Acqua Park), além de outros empreendimentos. Fico impressionado com o número de prédios de apartamento, dando a impressão de que estávamos numa cidade de seiscentos mil habitantes ou próximo disso. Caldas Novas, porém, mal chega às suas noventa mil almas, de acordo com último censo.

Foto 14 – Caldas Novas (fonte: Wikipédia)

 

Pergunto ao taxista e ele me diz que noventa por cento dos calda-novenses vivem em função do turismo. Quase a totalidade, talvez excluindo os habitantes da zona rural, tem como sobrevivência as águas quentes que o Senhor Deus criou e nos deu de graça, as mesmas que, apropriadas pelo homem, são fonte de lucro para poucos deles.

Lucro para uns, sobrevivência de muitos.

Dia seguinte e visitamos a famosa Termas do Rio Quente, hoje rebatizada pomposamente de Hot Park. Por razões comerciais (creio), a antiga Pousada do Rio Quente é agora Rio Quente Resorts. Deve ser para atrair o turista estrangeiro, daí esses nomes britânicos, mas principalmente — e digo isso com tristeza — por imposição cultural.

Terceiro dia, 24 de janeiro. Última estação do passeio em Caldas Novas. Fomos visitar e usufruir do parque do grupo Lagoa Parques e Hotéis. Ao menos um nome em bom português. Aconchegante, o defeito é que suas águas não são tão quentes.

No entanto, esta postagem seria pobre se eu aqui não me ocupasse em falar sobre uma interessante personagem de Caldas Novas, já citada por mim: Magda Moffato, lá no início da postagem.

Quem nos dá indicação da existência dessa personagem foi exatamente o guia condutor do tal bondinho do primeiro dia. O sol ainda raiava quando embarcamos no veículo para um passeio em Caldas Novas. O guia, cujo nome não guardei, é um homem simples, bem humorado, além de extrovertido, como geralmente são os guias. Ou ao menos tentam ser (Lembram da Raquel, de Brasília?). Igual aos outros, como atrativo, conta histórias do lugar e de personagens.

À medida que o bonde rodava por Caldas, o guia, ao mesmo tempo que conduzia o carro, pelo microfone nos indicava:

“Aqui é a rua Coronel Bento de Godoy, que foi o primeiro intendente da cidade. Naquele tempo as cidades tinham intendente e não prefeito… Ali é o centro da cidade, aquela é a igreja tal…”

E assim ia. A certa altura, já saindo da cidade, ele me passa por alguns prédios e espaços, todos de propriedade de uma tal Magda. Conta ele:

“Vocês provavelmente não sabem o que quer dizer a sigla Roma, desse “Di Roma”, que vocês veem nesses hotéis, parques etc. A dona de todos esses hotéis e prédios é a Magda, que, quando jovem morava em Limeira, São Paulo. A bonitona Magda Mofatto ficou viúva nova e resolveu recomeçar a vida aqui em Caldas. Empregando-se como camareira de hotel, logo caiu nas graças do dono, o Seu Rodolfo, um cara multi-milionário, que tinha empreendimentos em vários estados do Brasil e também em países estrangeiros. O cara era podre de rico. Era daqueles que tinha uma mulher, namorada, amante, em cada lugar onde possuía empreendimentos.”

Continua o guia.

“Por força dos negócios, Rodolfo vivia viajando. Toda vez deixava algum dinheiro para Magda. Ela, por sua vez, fazia multiplicar o dinheiro que o namorado lhe dava. Alguns, talvez com inveja, vão correndo contar as novidades ao milionário, tão logo ele chega de volta à cidade. ‘Seu Rodolfo, toda vez que o senhor viaja a Magda enche a casa de pessoas, fazendo uma espécie de pensionato’. Engana-se quem pensa que Rodolfo se aborrece com o fato. Ao contrário, vê aí na amante uma mulher empreendedora, dotada de tino comercial, como se dizia naquela época, lá pelos anos setenta.”

Foto 15 – A mega-empresária Magda Mufatto, num de seus empreendimentos em Caldas Novas. Também é política, tendo sido vereadora, prefeita e atualmente deputada federal, a mais rica parlamentar (oficialmente) do país.

Diz mais.

“Enquanto as outras gastavam todo o dinheiro que o milionário lhes dava, e ainda lhe traziam contas a pagar, Magda, ao contrário, obtinha lucros. Vendo isso, Rodolfo decide construir um hotel para a amante. É com esse empreendimento inicial que Magda Mofatto dá início à sua fortuna. E o ‘Roma’ nada tem a ver com a capital italiana e sim a redução fonética de Rodolfo (Ro) e Magda (ma)”.

Ao voltar da excursão, ponho-me a pesquisar sobre a tal Magda.

Uma indagação que se pode fazer é:

Por que alguém já rica como ela se propõe a seguir a carreira política? Outra: Como encontra eleitores dispostos a elegê-la?

Foto 16 – Magda Mofatto e seus dois helicópteros. Costuma viajar a bordo de um deles a Brasília, utilizando a cota de combustíveis a que todo parlamentar federal tem direito. Conforto e rapidez a custas do contribuinte brasileiro.

Respondo.

Quanto à primeira pergunta. Ela, exatamente por ser muito rica, portanto bem informada, reconhece a importância dos cargos eletivos junto a seus negócios e interesses, daí ser interessante ter um mandato eletivo. Investimentos governamentais, subsídios fiscais, questões ambientais, toma-lá-dá-cá, foro privilegiado… E nada melhor que ela própria esteja lá, na toca do lobo, a fim de acompanhar in loco tudo isso. De mais a mais, há a badalação: seu nome e seu rosto se torna conhecido, fica famosa, está sempre na mídia. É a vaidade.

Segunda pergunta. Pessoas como ela são votadas e eleitas exatamente por serem ricas e bem-sucedidas. No caso de Mada, com a vantagem de ter vindo do nada, de pobre na juventude a rica na maturidade. É alguém que venceu na vida; chegou lá. Essas condições, a que muita gente persegue, fazem com que parcela das classes populares identifique em gente como Magda uma mulher vencedora, dessas que ascendeu ao topo da pirâmide social com seu próprio mérito, uma vitoriosa. Sim, é claro que é digna da admiração e do deslumbramento por parte da plebe ignara. É da natureza da nossa sociedade o pobre rejeitar os comuns, os que lutam, lutam e nada obtém; muito esforço, quase nenhum resultado. Mais: estes são vistos como concorrentes naturais, além de carregarem consigo a pecha de derrotados.

Diante dessa forma de pensar, nada mais justo que Magda seja premiada com o poder político, numa espécie de admiração a quem chega num ponto onde a grande maioria do povo simples não consegue atingir — a quem tem mais, mais será dado. Esse alguém, uma diferenciada, só pode ser digna de admiração e respeito, uma abençoada, uma pessoa a quem Deus ungiu. É assim que o povo pensa ao eleger pessoas como Magda para seus representantes, da mesma maneira como elege celebridades do esporte e da televisão como Romário, Sérgio Reis, Tiririca, Jorge Cajuru, Alexandre Frota… A outra parcela, desiludida com a classe política, simplesmente vota em candidatos endinheirados, como Magda, por conta de pequenos favores ou mesmo por dinheiro, migalhas que aceita resignada. Afinal, político é tudo igual, e se é igual, que se vote em quem nos favoreça concretamente, ainda que só de quatro em quatro anos. Se vai roubar, que roube, justificam-se.

Uma vez no poder, com raras exceções, os eleitos vão cuidar de seus interesses, aprovando projetos e leis conforme suas conveniências. No caso, contra os direitos trabalhistas, pois há muitos direitos e o empresário, que já faz a sua parte pelo social ao gerar empregos, é neste país um sacrificado; a favor de armas de fogo em massa, para enriquecer mais ainda a indústria bélica e para o cidadão de bem, se puder, defender-se, já que o Estado não garante a segurança de ninguém; contra o endurecimento das leis ambientais, em favor de seus próprios empreendimentos em Caldas Novas e também em favor das grandes mineradoras, pois órgãos como o IBAMA só existem para multar; contra a causa indígena, afinal, para que índio precisa de tanta terra?; a favor do veneno na agricultura e contra bobagens como alimentos orgânicos, para assim o agronegociante ganhar mais dinheiro; pelo congelamento das despesas sociais por vinte anos, e que se dane a educação, saúde, segurança, afinal, quem puder que recorra às escolas particulares, aos planos de saúde e às empresas particulares de segurança; contra o aumento real do salário mínimo, pois o empresário é um coitado, um incompreendido e injustiçado… Tudo para os ricos; nada de nada para o povo, que só serve para votar a cada quatro anos.

Mas o povo gosta!

Resumo da ópera: cada povo merece os representantes que elege.

Enquanto isso, o trio elétrico de campanha está lá estacionado no Parque Japonês, à espera de 2022.

É assim que banda toca.

Outra.

21 milhões parece ser uma fortuna. De fato é, em comparação com o brasileiro assalariado comum, que luta com dignidade para sustentar sua família e pagar seus boletos. Mas, por Deus, a quem querem enganar dizendo que Magda é a mais rica deputada do Brasil? A quem pretendem iludir ao dizer que Magda Mofatto tem ‘apenas’ 21 milhões? A muitos ela e a mídia podem enganar, não a mim. Com certeza há na Câmara e no Senado parlamentares mais endinheirados que Magda Mofatto. E ainda: Quanto custam só os dois helicópteros da deputada? Qual o preço de mercado de um único parque aquático como o diRoma? E sobre os hotéis e tantos outros empreendimentos? E por aí vai.

21 milhões talvez seja o patrimônio por ela declarado. Possivelmente não chegue a dez por cento do patrimônio real da ex-prefeita de Caldas Novas. O restante, por óbvio, encontra-se registrado em nome de laranjas.

Magda dá empregos. Essa é a primeira grande defesa do grande empresário. No íntimo, porém, está se lixando. Se pode pagar menos, por que remunerar os empregados com justiça? Se se pode sonegar, para que pagar impostos?

É assim que a roda gira.

Voltamos no dia 24, quinta, chegando a Dois Vizinhos na tarde do outro dia. Viagem ótima.

Despeço-me aqui na expectativa da próxima.

L.s.N.S.J.C.!

2 comentários sobre “IMPRESSÕES de um viajante brasileiro!

DEIXE um comentário!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s