OSCAR Niemeyer!

Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. // E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.
Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. //Porque João veio a vós no caminho da justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer.” (Mateus 21, 28-32).

***

Oscar Niemeyer e sua primeira obra em Brasília: o Palácio da Alvorada (imagem: Google)

CONVIVE na mesma pessoa um sem número de sentimentos, emoções, formas de pensar, maneiras de agir, modos diversos de ver a vida, tudo isso variando conforme a sociedade e cada indivíduo. Em nosso país o sentimento de brasilidade, o amor pelo Brasil, o patriotismo, é erroneamente evocado em épocas de copa do mundo de futebol e em períodos eleitorais, além dos tradicionais desfiles de sete de setembro. Findando o campeonato mundial, a semana da pátria e os dias de eleição, tudo volta ao normal e ninguém mais se veste de amarelo nem desfila de automóvel com a bandeira do país.

Em parte por causa da minha carreira profissional, razão pela qual cruzei o país, esse sentimento de brasilidade me é aflorado com maior intensidade — ao menos assim considero. Malgrado suas mazelas, vejo um Brasil grande e bonito, com um povo alegre e diverso, que, em sua simplicidade, não compreende as verdadeiras razões pelas quais nossa sociedade é tão desigual.

Acompanhando os fatos históricos e enxergando o cotidiano da vida, verifico que, entre seus filhos, de quando em vez nasce um ente abençoado, um ser diferenciado dos demais, alguém capaz de destacar-se de seus compatriotas por conta do espírito inventivo de que é dotado pela natureza, somado ao seu esforço individual por que se lança à consecução dos objetivos propostos.

Outra vez falei sobre Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, mencionando no mesmo documento outro grande brasileiro: Alberto Santos-Dumont, o Pai da Aviação. Pretendo falar oportunamente sobre outro grande homem nascido neste país: Juscelino Kubitschek, um dos homens mais fabulosos que o país já teve como chefe da Nação.

Deixemos Santos-Dumont e JK para depois.

Por perceber os grandes e verdadeiros heróis brasileiros, que por uma razão ou outra, poucos são reverenciados, a brasilidade me leva a dedicar esta página ao genial arquiteto brasileiro Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho, ou tão-somente Oscar Niemeyer, não só o maior nome da arquitetura brasileira, mas sobretudo uma grande figura humana, como pretendo demonstrar.

Contrariando os preceitos da Medicina, que preconiza vida saudável, Niemeyer, apesar de fumante desde adolescente, ultrapassa os cem anos de idade (imagem: Google)

Niemeyer nasce a 15 de dezembro de 1907 no Rio de Janeiro, morrendo a 5 de dezembro de 2012 na mesma cidade. Foi, portanto, um homem centenário que — por uma grande ironia da vida — desafiou os preceitos da medicina que recomendam ao indivíduo praticar vida saudável: era inveterado fumante, apreciava bons vinhos, além de ter perdido sono por noites e noites a dentro, imerso em seus projetos… No entanto, talvez se explique a longevidade pelo fato de Niemeyer ter amado profundamente o que fazia, ter amparado a tantos quantos dele precisasse, sem apegos excessivos ao dinheiro e às preocupações fúteis. Era o artista apaixonado pela Arquitetura; o homem amante da vida; adepto do “viva e deixe viver”.

Logo entende-lo-ão.

Oscar Niemeyer aos 10 anos de idade (imagem: Wikipédia)

O avô materno de Niemeyer, Antonio Augusto Ribeiro de Almeida, foi ministro do Supremo Tribunal Federal, cuja probidade veio a marcar profundamente o menino Oscar.

Recorda Niemeyer:

Meu avô era intrinsecamente honesto e, tendo ocupado cargos importantes, morreu pobre, deixando para seus quatro filhos apenas aquela casa das Laranjeiras. E isso foi muito importante para mim.

Em 1928, casa-se com Annita Baldo; ele, 21, ela com dezoito anos. Ainda estudante do terceiro ano do curso de Engenharia e Arquitetura da Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, em vez de trabalhar nas firmas de engenharia, como era a praxe entre os estudantes de engenharia da época, procura o escritório de Lúcio Costa e de Carlos Leão e oferece-se para trabalhar de graça.

O ainda jovem arquiteto Oscar Niemeyer (imagem: Google)

Do agradecido Niemeyer:

A partir do terceiro ano senti, como todos os companheiros, a conveniência de procurar emprego numa firma construtora. O trabalho paralelo que leva os estudantes a conhecerem melhor a profissão, além do salário que lhes dá outras facilidades. Resisti, não queria, como a maioria dos meus colegas, me adaptar a essa arquitetura comercial que vemos por aí. E, apesar das minhas dificuldades financeiras, preferi trabalhar, gratuitamente, no escritório de Lúcio Costa e Carlos Leão, onde esperava encontrar as respostas para minhas dúvidas de estudante de arquitetura. Era um favor que me faziam. E minha decisão, prova de que não era um espírito vazio e imediatista, que, ao contrário, tinha como objetivo ser um bom arquiteto. Como me foram úteis esses queridos amigos! Com eles aprendi a respeitar o nosso passado colonial, a sentir como são belas as velhas construções portuguesas, sóbrias, rijas, com suas grossas paredes de pedra ou taipa de pilão. E os telhados derramados a contrastarem com suas brancas paredes caiadas. Como arquitetos só me deram bons exemplos, honestos, irrepreensivelmente honestos, como aliás todos deveriam ser. (Marcos Sá Corrêa em Oscar Niemeyer, p. 103/104)

Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, em cujo escritório o estudante se propôs a trabalhar de graça. Foi a partir dessa experiência que Niemeyer sentiu que não seria um arquiteto medíocre (imagem: vivadecora.com)

Mesmo passando por dificuldades financeiras, Niemeyer vem a formar-se engenheiro-arquiteto (denominação da época) em 1934. O contato profissional com Lúcio Costa viria a ser de extrema importância para o amadurecimento do jovem arquiteto, e Niemeyer sabia disso, pois tudo o que queria então era apenas ser um bom arquiteto.

Niemeyer e a maquete do Palácio da Alvorada, que foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do presidente da República. Segundo Juscelino Kubitschek, “um palácio para daqui a cem anos ser admirado”. Teve projeto estrutural do engenheiro Joaquim Cardozo e sua execução teve o acompanhamento do engenheiro Darcy Amora Pinto (imagem: Google)

Além da influência de Lúcio Costa, as ideias do franco-suíço Le Corbusier (Charles-Édouard Jeanneret-Gris, nos documentos de identidade), arquiteto, urbanista, pintor e decorador, idealizador da arquitetura moderna na Europa, serviriam de base para a arte de Niemeyer.

Esse moço tem as montanhas do Rio nos olhos”, disse Le Corbusier a respeito de Niemeyer. (Ronaldo Costa Couto em Brasília kubitschek de Oliveira, p. 76)

Le Corbusier, apelido de Charles-Édouard Jeanneret-Gris, um dos maiores arquitetos do século 20, a partir de cujas ideias Oscar Niemeyer se inspira e aperfeiçoa (imagem: Wikipédia)

Le Corbusier traçou mais que um prédio. Esboçou um projeto de vida para Oscar Niemeyer, que havia batido na porta do escritório de Lúcio Costa para trabalhar de graça — assevera Marcos Sá Correa (p. 103)

É como ajudante de Le Corbusier, que Niemeyer participa de um grupo de arquitetos chefiados por Lúcio Costa, durante a ditadura Vargas, cuja missão é projetar o edifício-sede do então Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio Gustavo Capanema.

Sobre a experiência embrionária, diz Niemeyer:

Foi durante o desenvolvimento do projeto de Le Corbusier que me senti mais confiante. Primeiro, ele projetou a Universidade e eu, por decisão de Lúcio Costa, o assessorei como desenhista. Toda tarde ele vinha ver meus desenhos. Perguntava-lhe se estavam bem e ele, a sorrir, dizia irônico: “Très bien, Oscar. Si tu veux des compliements, je te fécilite.” Em seguida, o projeto do MEC estava sendo desenhado na base do segundo projeto do velho mestre. O mesmo bloco junto ao Ministério do Trabalho, a mesma rua-corredor e os mesmos pilotis com quatro metros de altura e o brise vertical da ABI. Curioso, fiz um croqui diferente, em função do primeiro estudo de Le Corbusier. Carlos Leão gostou da solução, Lúcio quis vê-la e eu, que nenhuma pretensão tinha de mudar o projeto em execução, joguei o croqui pela janela. Lúcio mandou buscá-lo e o adotou. Nesse momento, senti que não seria um arquiteto medíocre, que compreendia a arquitetura contemporânea e nela podia atuar corajosamente. (Marcos Sá Corrêa em Oscar Niemeyer, p. 106/107)

Edifício-sede do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio Gustavo Capanema, a cujo projeto o jovem arquiteto Niemeyer agrega elementos inovadores (imagem: Google)

Receber elogios de uma autoridade como Le Corbusier não era coisa para qualquer um. Niemeyer então, despretensiosamente, agrega elementos ao projeto original a ponto de impressionar profundamente o mestre Lúcio Costa.

Mais tarde, em 1939, fazendo parte de um grupo de arquitetos com a missão de projetar o pavilhão brasileiro na Feira Mundial de Nova Iorque, o projeto de Niemeyer é considerado por Lúcio Costa como mais moderno e inovador que o seu, propondo-lhe então uma parceria. Numa época em que Estados Unidos da América e Europa estavam concentrados na Segunda Grande Guerra, o Brasil investia na arquitetura, o que coloca o país na vanguarda da arquitetura modernista internacional, com o nome de Niemeyer apontado como o maior representante dessa fase.

Em 1940, Niemeyer é convidado por Juscelino Kubitschek, então prefeito de Belo Horizonte, para projetar aquilo que viria a ser conhecido como o Complexo Arquitetônico da Pampulha, cujo destaque é a Igreja de São Francisco de Assis. Oscar Niemeyer fez experimentos em concreto armado, aproveitando todas as suas potencialidades plásticas, sendo o mais bem-sucedido arquiteto a usar tal técnica.

A igrejinha da Pampulha foi inaugurada em 16 de maio de 1943. Faz parte de um conjunto que é composto de casa de baile, hotel, cassino…

É no bairro da Pampulha, Belo Horizonte, que Niemeyer faz a arquitetura brasileira tremer nas bases, conhecer algo novo, diferente, moderno, arrojado, revolucionário. O conjunto arquitetônico da Pampulha, de formas inesperadas e poderosa originalidade plástica. Leveza e liberdade de invenção, ruptura com padrão racionalista. Primeiro projeto individual de vulto de Niemeyer. E primeira obra pública de Kubitschek, executada no triênio 1942-44. Integra arquitetura com escultura, pintura e paisagismo. Niemeyer repete sempre que Brasília é a continuação da Pampulha. (Ronaldo Costa Couto em Brasília Kubitschek de Oliveira, p. 75)

É a partir daí, como diz o biógrafo, que surge o Niemeyer de Brasília, e de lá o genial brasileiro para o mundo.

Oscar Niemeyer e a Catedral Metropolitana de Brasília. Esta obram que teve projeto estrutural do engenheiro Joaquim Cardozo, viria a ser inaugurada somente em 1970 (imagem: Google)

... Lá se foram os arquitetos cariocas a desbravar o sertão. Arquitetos? Niemeyer, que por essa época circulava pelo Rio em dois Cadillac rabo-de-peixe, havia acertado com Israel Pinheiro, o político mineiro que o presidente Juscelino Kubitschek tirou da Câmara para chefiar a companhia de urbanização da nova capital, um salário estipulado pela tabela do funcionalismo público federal. Era, para usar a moeda corrente da época, uma mixaria. Ou, mais precisamente cinquenta mil mixarias por mês que, atualizadas, não valem cinco mil reais. Levou um tombo financeiro, mas comprou com esse prejuízo a prerrogativa de compor seu time, durante a construção de Brasília, com quem lhe deu na telha. Constavam da turma, como ele mesmo especifica, “vários amigos que estavam na merda.” (Marcos Sá Correia em Oscar Niemeyer, p. 38/39)

De todas as edificações e monumentos de Brasília, a obra mais enigmática e original de Niemeyer é a Catedral Metropolitana com suas dezesseis colunas hiperboloides a sustentarem a edificação, lembrando mãos postas em oração. Niemeyer, ateu e comunista, é autor de mais de duas dezenas de igrejas e outros templos religiosos ao longo de sua prolífica carreira. A primeira, como se sabe, é a da Pampulha, cuja arquitetura revolucionária não é bem compreendida pelo arcebispo de Belo Horizonte. O religioso não concorda em sagrá-la e com isso nega conforto espiritual à comunidade católica que se forma em volta da lagoa da Pampulha. Foi preciso esperar o prefeito JK tornar-se presidente para, já na gestão de outro bispo, o templo ser finalmente destinado à sua missão religiosa.

Mais tarde, a Catedral Metropolitana apresenta-se como a obra-prima de Niemeyer, como uma espécie de bênção divina ao talento brasileiro. O projeto lhe dá o Prêmio Pritzker, equivalente ao Nobel de Arquitetura, em 1988.

No entanto, o ateu Niemeyer, primo de Dom Luciano Mendes de Almeida, que foi arcebispo de Mariana e uma referência no catolicismo brasileiro, vira santo quando o núncio apostólico foi conhecer a catedral:

Esse arquiteto deve ser um santo para imaginar tão bem essa ligação esplêndida da nave com os céus e o Senhor. (Costa Couto, Brasília Kubitschek de Oliveira, p. 138)

Mais tarde, no ano de 1968, sentindo que sua carreira e sua vida corriam perigo em vista do novo governo instalado no país, decide partir rumo à Europa, onde, a partir de então, sua arquitetura torna-se mundialmente reconhecida e requisitada. A essa altura o governo militar vem a endurecer as ações políticas passando a perseguir seus adversários, reais ou imaginários. Em entrevista à revista Manchete, Niemeyer faz questão de mostrar sua lealdade aos amigos de sempre, mais ainda aos que passam por momentos adversos, como os então perseguidos pelo regime de exceção.

Relata ele em suas memórias:

Oscar Niemeyer com o amigo Juscelino Kubitschek, a quem é solidário (imagem: Google)

… era entrevistado pela revista Manchete. Pedi ao repórter: “Pergunte quem são meus melhores amigos”. E respondi: “Luís Carlos Prestes, Juscelino Kubitschek, Darcy Ribeiro e Marcos Jaymovitch”, acrescentando: “Cito-os porque, além de serem meus amigos, estão na adversidade e neste momento é que a amizade deve estar presente e se manifestar”. Revoltava-me o silêncio conivente que pesava sobre eles. (p. 122)

Niemeyer, cujo imenso prestígio poderia lhe ter garantido grande fortuna, na verdade nunca ligou para economizar dinheiro. Preferia ajudar os amigos em dificuldade que o procuravam. E não foram poucos.

Esse era o ateu Oscar Niemeyer.

Atendendo ao maior preceito cristão, sua vida vai muito além da Arquitetura — de cuja genialidade todos podem apreciar — consistindo também em ajudar a seu próximo. Embora não sendo religioso, está claramente demonstrado pela sua biografia que Niemeyer fazia igual ou talvez mais — muito mais — que muitos cristãos ou crentes. Sendo uma sumidade na Arquitetura, não faz da arte um meio para ganhar dinheiro ou conquistar fama. Esta veio naturalmente sem que ele a buscasse. Quanto ao dinheiro, não faz dele um fim em si mesmo senão um meio de ajudar a quem o procurasse.

Oscar Niemeyer e seu grande amigo Juscelino, a quem foi sempre leal principalmente nos momentos mais adversos (imagem: Google)

Sempre humilde, independente de posição social de quem por seu caminho cruzasse. Do livro de Marcos Sá Corrêa registramos:

Não há tabuleta anunciando o arquiteto, mas a uma esquina de distância o flanelinha José Luiz da Silva, lavando carros no calçadão, aponta o escritório com o dedo: “É aquele ali, ó.” ‘Como sabe?’ “Conheço muito o doutor Niemeyer. Ele pára para conversar comigo quase todo dia e dá dinheiro aí na rua para todo mundo.” Mais uns passos e o porteiro José Manoel da Silva, com a autoridade de quem começou a carreira na administração do prédio cuidando da faxina lá pela década de 1950, completa as indicações: “Pode subir. ele é pessoa muito simples, Brinca com a gente, diz besteira. Uma vez eu falei sobre ele com um repórter, sem saber que o sujeito estava gravando. No dia seguinte, saiu tudo no jornal e ele me chamou no escritório para me assustar: “Olha aqui ô filho da puta, você fica falando de mim para os outros por aí. Mas a entrevista ficou boa, hein”. (p. 14)

Um pouco mais nas palavras do desapegado Niemeyer, já idoso e consagrado:

Meus compromissos pessoas e familiares, assumidos em época de fartura, foram se multiplicando, e o que eles me preveniam, aconteceu. Minha filha Anna Maria ficou incumbida de controlar as despesas familiares, advertindo-me assustada: ‘Papai, pára de ajudar todo mundo!’. O que fazer? É um desejo que não consigo refrear. Quando dei um apartamento para o Prestes, queria evitar que ele, desprotegido como era, enfrentasse problemas de moradia. Quando dei uma casa ao motorista… mas isso tudo representa o passado. Agora, o mesmo desprendimento dificulta-me adotar a posição realista tão lógica e generosamente defendida por todos. (Oscar Niemeyer em As curvas do tempo, p. 243)

O já centenário Oscar Niemeyer, comunista e ateu, uma vida dedicada à Arquitetura, aos amigos, aos irmãos e a quem dele precisasse. Um exemplo de figura humana, que em vida foi muito além do genial arquiteto brasileiro conhecido mundialmente (imagem: Google)

E isto é um pouco da vida de Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho, muito além do genial arquiteto brasileiro que o mundo respeita — cuja figura humana e ações vão muito além de qualquer prática cristã — mas que poucos conhecem. Um grande ser humano, um idealista que aceitou a tarefa de ajudar a construir Brasília por acreditar no gênio inventivo brasileiro. Se o brasileiro é capaz de construir uma cidade, a capital do país, a partir do zero, então pode mudar a sociedade — acreditava.

Precisamos conhecer melhor nossos verdadeiros heróis, e reverenciá-los.

Quem fez a vontade do Pai?

L.s.N.S.J.C.!

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