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O INAFUNDÁVEL Titanic!

Fonte: Google

ÀS ONZE e quarenta da noite de 14 de abril de 1912, domingo, uma pedra de gelo de quinhentas mil toneladas sela a sorte daquele que foi considerado o maior, mais seguro e luxuoso navio de passageiros do mundo.

Nesse célebre naufrágio, a enorme embarcação leva consigo mais de 1.500 vidas para as profundezas geladas do oceano Atlântico Norte. Era a sua viagem inaugural; ninguém acreditava que seria a última.

O que causou, na verdade, o naufrágio do Titanic?

Muitos, entre religiosos, místicos e pessoas simples, costumam culpar a Deus pelo trágico desfecho. É senso comum, portanto, culpar o Senhor, o destino ou o desconhecido pelos fatos trágicos para os quais nós não encontramos explicações aparentes. No caso do Titanic, esse pensamento simplista se deve à lenda que circula até hoje de que seus construtores ou seu proprietário teriam dito que “Nem Deus naufragaria o Titanic.” Na verdade, devido aos aparatos de segurança utilizados na sua construção, foi largamente propagado que o navio era “praticamente inafundável”. Logo os jornais esqueceram o advérbio “praticamente”.

Fonte: Google

Lenda ou fato, será mesmo que Deus teria querido a morte de tanta gente inocente, pobres em sua maioria? Crendo ou não na Divindade, não é sensato transferir os erros humanos para Deus, ao destino ou ao sobrenatural.

O RMS Titanic foi projetado para transportar até 2.435 passageiros, dispostos em três classes rigidamente segregadas, conforme os padrões sociais do início do século XX. A primeira era destinada a milionários; a segunda, à classe média; e a terceira, aos operários e imigrantes, que àquele tempo costumavam rumar em larga escala da Europa e da Ásia em direção aos Estados Unidos e Canadá.

Durante o processo de projeto, construção e viagem do navio, foi recorrente uma somatória de decisões erradas. Tais decisões foram consequência da arrogância e da ambição, atitudes que, no mundo dos negócios, costumam andar juntas, resultando na negligência que guiou o gigantesco navio ao encontro do fatídico iceberg, fazendo-o submergir às profundezas escuras e geladas do Atlântico Norte às duas horas e vinte minutos de 15 de abril de 1912.

No início do século XX, há uma renhida competição tácita entre a White Star Line e a sua rival Cunard Line, que antes havia construído os velozes RMS Lusitania e o RMS Mauretania, lançados ao mar em 1906 e 1907, respectivamente. A Cunard Line assume assim o protagonismo na navegação marítima no Reino Unido e na Europa, um negócio bastante lucrativo. Para o orgulhoso Joseph Bruce Ismay, diretor executivo da White Star, era preciso dar uma resposta. Por isso, em 1907, ele encomenda a lorde William Pirrie, dono do estaleiro Harland and Wolf, a construção de três imensos e luxuosos navios: o Olympic, o Titanic e o Brittanic.

CONHEÇA mais detalhes acessando o canal BLOGUE do Valentim!, do YouTube.

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L.s.N.S.J.C.!

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PROPOSTA sem amparo legal!

CARO jornalista Gerson Nogueira e demais frequentadores deste blogue campeão,
Vivemos hoje no país dos absurdos; por isso, um absurdo a mais ou a menos para mim não seria surpreendente, mesmo no futebol, o assunto mais importante dos menos importantes, como sabiamente costuma dizer o decano comentarista esportivo Carlos Castilho, cujas opiniões costumo acompanhar desde a década de 1970.


Pois bem, 


A respeito da postagem “Parazão: a rivalidade inflamada”, peço licença para dizer que, na história dos campeonatos de futebol profissional do Pará, consta que não aconteceram, por razões que desconheço, as competições de 1911, 1912, 1935 e 1946. Por razões de força maior, noutras edições, o campeonato somente se concluiu no ano seguinte, como em 1989, que só foi decidido em 04 de fevereiro de 1990.  


Dessa forma, considero disparatada – para se dizer o mínimo – a proposta apresentada pelo presidente alvi-azul Ricardo G. Paul em que pleiteia o término do atual campeonato declarando-se campeão o Paysandu Sport Club. Se, ao menos, a competição seguisse o critério de pontos corridos, a exemplo dos campeonatos brasileiros versão “A” e “B”, aí sim,  se vislumbraria alguma sombra de razão às pretensões do dirigente bicolor. No entanto, com o campeonato parado na fase classificatória, tal ideia absurda carece de total amparo, somente ventilada ao sabor das emoções, dando azo a comentários e ilusões por parte de sua apaixonada torcida. Ademais, injusto seria com equipes aguerridas e com reais chances de conseguir seu primeiro título, como é o caso do Castanhal Esporte Clube.


Quanto aos pontos corridos, no histórico das competições estaduais paraenses, bem houve uma a adotar critério parecido. Foi em 2004, ocasião em que o Clube do Remo sagrou-se campeão 100%, quando venceu a todos os seus oponentes por duas vezes, alcançando assim catorze vitórias em catorze jogos. Imagino eu que, exatamente por essa razão, nos anos posteriores não se pretendeu reeditar tal critério, sob a alegação aparente de faltas de datas ou algo assim. Fosse esse o critério da competição da versão de 2020, talvez – talvez – o presidente do arquirrival viesse a lograr êxito em seu intento, ainda que sob protestos.


Tomara Deus logo se extingam os problemas de saúde pública a que nós estamos submetidos, e a vida torne a seguir seu curso normal, inclusive com a bolar novamente a rolar nos gramados, com nossos clubes de futebol pelejando em busca do troféu de campeão de 2020, nosso vibrante público torcedor de novo nas arquibancadas a emocionar-se com seu time. Se não der neste ano, que seja no ano seguinte; não sendo possível, que se cancele a competição sem vencedor declarado. (Blog do Gerson Nogueira, Belém – PA)

Nossa opinião sobre o futebol paraense em tempos de pandemia, postada em 09abr2020.

L.s.N.S.J.C.!