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PROPOSTA sem amparo legal!

CARO jornalista Gerson Nogueira e demais frequentadores deste blogue campeão,
Vivemos hoje no país dos absurdos; por isso, um absurdo a mais ou a menos para mim não seria surpreendente, mesmo no futebol, o assunto mais importante dos menos importantes, como sabiamente costuma dizer o decano comentarista esportivo Carlos Castilho, cujas opiniões costumo acompanhar desde a década de 1970.


Pois bem, 


A respeito da postagem “Parazão: a rivalidade inflamada”, peço licença para dizer que, na história dos campeonatos de futebol profissional do Pará, consta que não aconteceram, por razões que desconheço, as competições de 1911, 1912, 1935 e 1946. Por razões de força maior, noutras edições, o campeonato somente se concluiu no ano seguinte, como em 1989, que só foi decidido em 04 de fevereiro de 1990.  


Dessa forma, considero disparatada – para se dizer o mínimo – a proposta apresentada pelo presidente alvi-azul Ricardo G. Paul em que pleiteia o término do atual campeonato declarando-se campeão o Paysandu Sport Club. Se, ao menos, a competição seguisse o critério de pontos corridos, a exemplo dos campeonatos brasileiros versão “A” e “B”, aí sim,  se vislumbraria alguma sombra de razão às pretensões do dirigente bicolor. No entanto, com o campeonato parado na fase classificatória, tal ideia absurda carece de total amparo, somente ventilada ao sabor das emoções, dando azo a comentários e ilusões por parte de sua apaixonada torcida. Ademais, injusto seria com equipes aguerridas e com reais chances de conseguir seu primeiro título, como é o caso do Castanhal Esporte Clube.


Quanto aos pontos corridos, no histórico das competições estaduais paraenses, bem houve uma a adotar critério parecido. Foi em 2004, ocasião em que o Clube do Remo sagrou-se campeão 100%, quando venceu a todos os seus oponentes por duas vezes, alcançando assim catorze vitórias em catorze jogos. Imagino eu que, exatamente por essa razão, nos anos posteriores não se pretendeu reeditar tal critério, sob a alegação aparente de faltas de datas ou algo assim. Fosse esse o critério da competição da versão de 2020, talvez – talvez – o presidente do arquirrival viesse a lograr êxito em seu intento, ainda que sob protestos.


Tomara Deus logo se extingam os problemas de saúde pública a que nós estamos submetidos, e a vida torne a seguir seu curso normal, inclusive com a bolar novamente a rolar nos gramados, com nossos clubes de futebol pelejando em busca do troféu de campeão de 2020, nosso vibrante público torcedor de novo nas arquibancadas a emocionar-se com seu time. Se não der neste ano, que seja no ano seguinte; não sendo possível, que se cancele a competição sem vencedor declarado. (Blog do Gerson Nogueira, Belém – PA)

Nossa opinião sobre o futebol paraense em tempos de pandemia, postada em 09abr2020.

L.s.N.S.J.C.!

Por Valentim

Azulino (torcedor do Clube do Remo, Belém). Paraense radicado no Paraná; construtor de pontes e demolidor de muros! Passeia também pelo YouTube, no canal BLOGUEdoValentim! L.s.N.S.J.C.!

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