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QUEM disse que livro de história tem que ser chato?

O País dos Militares e dos Bacharéis é uma obra sem similares. Redigida em linguagem simples, ao mesmo tempo em que se enquadra como retrato de uma época, possui a pretensão de ser sociológica, uma vez que alude às origens sociais dos militares, em especial os da Aeronáutica – força à qual pertenço.

Antonio Valentim (arquivo pessoal)

Eu, Antonio Valentim, com base também na experiência de trinta anos de quartel, procuro focalizar a FAB e suas ações políticas na década de 1950. O texto não tem a preocupação de seguir uma linearidade temporal, embora os capítulos estejam ordenados em sequência cronológica. Por isso, com frequência abrimos parêntesis para apresentar situações passadas ou futuras. Ao mesmo tempo, apresento ao leitor ilustrações e comprovações do que estou narrando, sustentado em autores conhecidos ou não do grande público, numa farta bibliografia.

A brasilidade é outra características das páginas de O País dos Militares e dos Bacharéis. Sendo este autor três vezes brasileiro – produto genético do cruzamento do europeu com o africano e o nativo – faz neste livro homenagem ao país ao mencionar o estado de origem dos personagens ou mesmo dos autores consultados.

Uma obra tal como um livro, um filme, uma peça teatral, nasce da vontade de quem a idealiza. Ou talvez não. Quem sabe não nasça do acaso, da imaginação, de um olhar?

Acaba de chegar às minhas mãos as 348 páginas de O País dos Militares e dos Bacharéis, que redigi em seis meses. Mas não começou aí. Como eu mesmo digo naquelas páginas o sr. Manoel Valentim, meu falecido pai, ao mencionar o nome do brigadeiro Veloso e suas ações políticas, despertou em mim o gene da curiosidade histórica. Quem teria sido Veloso? Não havia outro caminho senão descobrir.

Antes – é bom dizer – já havia em mim a habilidade, ainda que pequena, da escrita, escrevente de quartel que fui desde 1979, quando cheguei a Anápolis. Essa era uma das condições que já reunia e que me inclinava às escrivinhanças, que até então se reduziam aos ofícios, partes, memorandos, relatórios e outras papeladas aeronáuticas.

Era preciso a motivação e a oportunidade. A motivação deu-me o saudoso pai, e a oportunidade viria mais tarde.

E está aí o resultado de exaustivas pesquisas em que debrucei-me sobre oitenta fontes, entre livros de todas as épocas e de autores conhecidos e desconhecidos, e de revistas, jornais e arquivos de época.

Boa leitura!

L.s.N.S.J.C.!

Por Valentim

Escritor paraense radicado no Paraná, Antonio Valentim é autor do livro "O País dos Militares e dos Bacharéis", ainda no prelo.
Passeia também pelo canal BLOGUEdoValentim!, do YouTube,
L.s.N.S.J.C.!

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